Versículo do dia: “Portanto, resta um repouso para o povo de Deus.” (Hebreus 4.9)
O estado do crente no céu será muitíssimo diferente do seu estado neste mundo. Aqui, ele nasce para trabalhar arduamente e sofrer fadiga. Na terra da imortalidade, a fadiga é desconhecida. Desejando muito servir o seu Senhor, o crente percebe que suas forças não correspondem ao seu zelo. Seu clamor constante é: “Ajuda-me a servir-te, ó meu Deus”. Se o crente se mostrar ativo, ele terá muito trabalho a realizar, não muito para a sua vontade, porém mais do que o bastante para suas energias. Por isso, ele clamará: “Não estou cansado do trabalho, e sim no trabalho”.
Crente, o árduo dia de fadiga não durará para sempre. O sol está se aproximando do horizonte. Ele despontará novamente, em um dia mais resplandecente do que nunca, em uma terra onde os crentes servem a Deus, dia e noite, e, apesar disso, descansam de suas obras. Aqui o descanso é apenas parcial; lá, é perfeito. Aqui o crente sempre está inquieto; Ele sente que ainda não descansou. Lá tudo encontra-se em paz; já chegaram ao cume do monte. Ascenderam ao seio de seu Deus. Não há lugar mais alto para onde subir. Ó crente que trabalha a ponto de fatigar-se, pense tão-somente naquele tempo quando você descansará para sempre! Você pode imaginá-lo? É um descanso eterno. Aqui, minhas maiores alegrias trazem diante de si a perspectiva da morte, minhas formosas flores murcham, meu delicioso cálice é lançado aos detritos, os mais doces pássaros caem devido às flechas da Morte, os mais agradáveis dias passam a ser noites, e as ondas da minha felicidade precipitam-se na maré baixa da mágoa. Entretanto, lá, tudo é imortal. A harpa não se desgasta, a coroa permanece imarcescível, os olhos não se obscurecem, a voz não falha, o coração não hesita, e os seres imortais estão completamente envolvidos em deleite eterno. Será um dia felicíssimo aquele em que a mortalidade for absorvida pela vida (ver 2 Coríntios 5.4), e o descanso eterno começará!
Semeando o Evangelho
Semear a Verdade e o Amor de Deus
quarta-feira, 4 de julho de 2018
CRIANÇAS QUE MORREM TERÃO A MESMA IDADE NA NOVA TERRA?
Por Randy Alcorn
Bebês salvos que morrem continuarão sendo bebês na Nova Terra ou irão crescer? Uma criança que morre aos seis anos vai ter essa idade no Céu? Um homem que morrer aos 80 anos irá ter essa idade na Nova Terra? Todos irão ter a mesma idade na ressurreição? Muitas pessoas fizeram essas perguntas ao longo dos anos.
Isaías 11:6-9 diz:
O lobo habitará com o cordeiro, o leopardo se deitará junto do cabrito, o bezerro, o leão novo e o novilho gordo andarão juntos, e um pequenino os guiará. A vaca e a ursa pastarão juntas, e as suas crias juntas se deitarão; e o leão comerá palha como o boi. A criança de peito brincará sobre a toca da cobra, e o já desmamado meterá a mão no ninho da serpente. Não se fará mal nem dano algum em todo o meu santo monte, porque a terra se encherá do conhecimento do SENHOR, como as águas cobrem o mar.
Uma vez que o contexto maior de Isaías está relacionado ao reino eterno de Deus na terra, parece equivocado restringir essa passagem a um reino de mil anos que terminará em rebelião e destruição de seres humanos. O fim do pecado e a justiça completa de todos os habitantes da terra não acontecerá até o estabelecimento da Nova Terra. Contudo, se Isaías 11 está falando da Nova Terra, assim como sua passagem paralela – Isaías 65 – quem são os bebês e as crianças pequenas brincando com os animais? É possível que as crianças, depois de ressuscitadas na Nova Terra, estejam no mesmo nível de desenvolvimento de quando morreram?
Se assim for, provavelmente essas crianças teriam permissão para crescer na Nova Terra – uma infância que seria invejável, para dizer o mínimo! E também é interessante acreditar que os pais serão capazes de ver seus filhos crescerem, e que terão um papel importante em suas vidas ao fazê-lo. Embora isso não seja afirmado diretamente na Escritura e, portanto, estou especulando – é possível que os pais, cujos corações foram despedaçados pela morte de seus filhos –, não apenas se reúnam com eles, mas também experimentem a alegria de vê-los crescer em um mundo perfeito.
Também é possível dizer que na Nova Terra não haverá idade. C.S. Lewis retrata isso em O Grande Divórcio, dizendo sobre os habitantes do Céu: “Ninguém naquela empresa me pareceu como sendo de alguma idade em particular. É possível vislumbrar, mesmo em nosso país, o que não envelhece – reflexões profundas na mente de uma criança e uma infância divertida na vida de um homem velho”.
Em meus romances, sugiro a possibilidade de que na Nova Terra veremos as pessoas da mesma forma que nos lembramos delas na presente terra. Sendo assim, vou ver meus pais mais velhos e eles me verão mais jovem. Vou ver meus filhos mais novos e eles me verão mais velho. Não quero dizer que os traços físicos irão mudar, mas que o corpo da ressurreição transmitirá a forma da pessoa real que conhecemos, onde veremos e seremos vistos através de olhos diferentes.
A Nova Terra será um lugar de maturidade e perfeição. Independentemente da idade que iremos ter, acredito que nossos corpos demonstrarão as qualidades da juventude que Jesus tanto valorizava nas crianças. Deus poderia facilmente ter feito as pessoas virem ao mundo completamente desenvolvidas, e não como crianças amadurecidas. Mas ele não fez assim. Deus colocou qualidades especiais nas crianças que são encantadoras. Espero que todos nós tenhamos qualidades, como curiosidade, gratidão, desejo de aprender e explorar, e vontade de ouvir histórias e reunir pessoas próximas.
Nós seremos libertos da maldição que fenece não apenas nossos corpos, mas também nosso espírito, a qual rouba muita coisa da nossa juventude. Jonathan Edwards escreveu: “Os habitantes celestes permanecerão na eterna juventude”. O céu estará cheio de filhos, mesmo se parecerem adultos. O que amamos nas crianças é a alegria, a exuberância, a curiosidade, o riso e a espontaneidade. Se na Nova Terra alguém terá ou não o tamanho e a aparência de uma criança, não importa, pois todos nós seremos crianças de uma forma que traga alegria para nós e para o nosso Pai.
UMA TRÍPLICE TENTAÇÃO
Leia antes: Lucas 4:3-13
A tentação de Jesus tem por objetivo confirmar suas credenciais. É o Espírito Santo quem o leva ao deserto para ser tentado pelo diabo, ou seja, para deixar clara a sua divindade. Em duas de suas provocações o diabo coloca isso em dúvida, pois começa dizendo “Se você é o Filho de Deus…”. Os judeus o acusavam de blasfêmia, pois ao declarar-se Filho de Deus ele se fazia igual a Deus.
Portanto temos aqui um teste para provar se Jesus é quem ele diz ser. Pecar está fora de cogitação, por ele ser Deus. Ao contrário do primeiro homem, Adão, este segundo homem é sem pecado e cada tentação só confirma isso. Numa delas Satanás nem questiona se ele é o Filho de Deus, mas vai direto ao assunto: Jesus poderia antecipar a posse de todos os reinos do mundo sem passar pelo dissabor da cruz, bastando para isso adorar a criatura, Satanás, em lugar do Criador.
As três tentações revelam três coisas que nos são oferecidas todos os dias: obedecer ao diabo, adorar a criatura e colocar Deus à prova. Quando não somos guiados pela Palavra de Deus, seguimos “a presente ordem deste mundo e o príncipe do poder do ar, o espírito que agora está atuando nos que vivem na desobediência”. Ou seja, obedecemos ao diabo, “satisfazendo as vontades da nossa carne, seguindo os seus desejos e pensamentos” (Ef 2:1-3).
Para adorar a criatura não precisa ir longe. Basta escutar a voz do orgulho em nosso coração, que diz: “Primeiro eu”. A filosofia humana ensina que para amar ao próximo como a si mesmo você precisa primeiro amar a si mesmo. Ora, isso você já faz por natureza, e se essa for a sua prioridade o próximo terá de esperar sentado. O diabo atinge sua meta quando você se acha o máximo.
Provar a Deus é a terceira coisa que Satanás propõe, ao sugerir que Jesus pule do alto do Templo, confiando que Deus o guardará. Jesus responde: “Dito está: ‘Não ponha à prova o Senhor, o seu Deus’” (Lc 4:12). Os adoradores de Mamom e da prosperidade adotam como lema o versículo de Malaquias 3, que diz: “Ponham-me à prova… e vejam se não vou abrir as comportas dos céus e derramar sobre vocês tantas bênçãos que nem terão onde guardá-las” (Ml 3:13).
O que não percebem é que o contexto começa no capítulo 2 e é uma bronca dada aos desobedientes sacerdotes de Israel, concluindo com o “Ponham-me à prova”, no sentido de “Experimentem me obedecer”. Se você não for um sacerdote judeu vivendo nos tempos de Malaquias, a passagem não é para você. Veja que a continuação, no capítulo 4, até mesmo já se cumpriu, ou seja, a vinda de João Batista. Lá diz: “Eu enviarei o meu mensageiro, que preparará o caminho diante de mim… diz o Senhor dos Exércitos” (Ml 4:1). Acabamos de ver isso em Lucas 3.
Por Mario Persona
A tentação de Jesus tem por objetivo confirmar suas credenciais. É o Espírito Santo quem o leva ao deserto para ser tentado pelo diabo, ou seja, para deixar clara a sua divindade. Em duas de suas provocações o diabo coloca isso em dúvida, pois começa dizendo “Se você é o Filho de Deus…”. Os judeus o acusavam de blasfêmia, pois ao declarar-se Filho de Deus ele se fazia igual a Deus.
Portanto temos aqui um teste para provar se Jesus é quem ele diz ser. Pecar está fora de cogitação, por ele ser Deus. Ao contrário do primeiro homem, Adão, este segundo homem é sem pecado e cada tentação só confirma isso. Numa delas Satanás nem questiona se ele é o Filho de Deus, mas vai direto ao assunto: Jesus poderia antecipar a posse de todos os reinos do mundo sem passar pelo dissabor da cruz, bastando para isso adorar a criatura, Satanás, em lugar do Criador.
As três tentações revelam três coisas que nos são oferecidas todos os dias: obedecer ao diabo, adorar a criatura e colocar Deus à prova. Quando não somos guiados pela Palavra de Deus, seguimos “a presente ordem deste mundo e o príncipe do poder do ar, o espírito que agora está atuando nos que vivem na desobediência”. Ou seja, obedecemos ao diabo, “satisfazendo as vontades da nossa carne, seguindo os seus desejos e pensamentos” (Ef 2:1-3).
Para adorar a criatura não precisa ir longe. Basta escutar a voz do orgulho em nosso coração, que diz: “Primeiro eu”. A filosofia humana ensina que para amar ao próximo como a si mesmo você precisa primeiro amar a si mesmo. Ora, isso você já faz por natureza, e se essa for a sua prioridade o próximo terá de esperar sentado. O diabo atinge sua meta quando você se acha o máximo.
Provar a Deus é a terceira coisa que Satanás propõe, ao sugerir que Jesus pule do alto do Templo, confiando que Deus o guardará. Jesus responde: “Dito está: ‘Não ponha à prova o Senhor, o seu Deus’” (Lc 4:12). Os adoradores de Mamom e da prosperidade adotam como lema o versículo de Malaquias 3, que diz: “Ponham-me à prova… e vejam se não vou abrir as comportas dos céus e derramar sobre vocês tantas bênçãos que nem terão onde guardá-las” (Ml 3:13).
O que não percebem é que o contexto começa no capítulo 2 e é uma bronca dada aos desobedientes sacerdotes de Israel, concluindo com o “Ponham-me à prova”, no sentido de “Experimentem me obedecer”. Se você não for um sacerdote judeu vivendo nos tempos de Malaquias, a passagem não é para você. Veja que a continuação, no capítulo 4, até mesmo já se cumpriu, ou seja, a vinda de João Batista. Lá diz: “Eu enviarei o meu mensageiro, que preparará o caminho diante de mim… diz o Senhor dos Exércitos” (Ml 4:1). Acabamos de ver isso em Lucas 3.
Por Mario Persona
FORÇA PARA O DIA - DEVOCIONAL JOHN MACARTHUR
COMPLEMENTANDO CRISTO
Deus exaltou a Cristo, para ser o cabeça sobre todas as coisas, o deu à igreja, a qual é o seu corpo, a plenitude daquele que a tudo enche em todas as coisas (Efésios 1:22-23).
A igreja foi projetada para complementar Cristo.
Aqui, Paulo usa uma analogia gráfica para ilustrar o relacionamento de Cristo com a igreja: Ele é o cabeça, e os crentes são o Seu corpo. Paulo elabora que não devemos reter a cabeça, a partir da qual todo o corpo, suprido e bem-vinculado por suas juntas e ligamentos, cresce o crescimento que vem de Deus (Colossenses 2:19; ver Efésios 4:15-16).
Assim como a cabeça controla o corpo humano, Cristo governa o Seu Corpo, a igreja (1 Coríntios 12:12-31). Pelo Seu Espírito e Sua Palavra, Ele fornece todos os recursos que a igreja precisa para funcionar para Sua glória. Dessa forma, Ele garante que os seus propósitos serão cumpridos.
A igreja é, de fato, “a plenitude daquele que preenche tudo em todos” (Efésios 1:23). A implicação é que o Cristo todo-suficiente, todo-poderoso e totalmente supremo é, em certo sentido, incompleto – não em Sua natureza, mas no grau em que Sua glória é vista no mundo.
Um sinônimo de “plenitude” é “complemento”. A igreja foi projetada para complementar Cristo. Ele é aquele que preenche tudo em todos – a plenitude da divindade em forma corporal (Colossenses 2:9) – e doador da verdade e da graça (João 1:16). Todavia, Ele escolhe revelar Sua glória dentro e através da Igreja. Portanto, até que a igreja seja plenamente glorificada, Cristo não será totalmente complementado.
Sua vida complementa Cristo? Você “manifesta a beleza da doutrina de Deus, nosso Salvador, em todos os aspectos (Tito 2:10)? Você permite “que a sua luz brilhe diante dos outros, para que vejam as boas obras que você faz e glorifique o seu Pai, que está nos céus” (Mateus 5:16)? Você tem todos os recursos espirituais para fazê-lo, então não deixe que nada o impeça (Hebreus 12:1-2)!
Sugestão de oração
Leia o Salmo 139:23-24 e ore com Davi para que Deus perscrute seu coração e revele qualquer pecado que possa impedi-lo de complementar Cristo hoje.
Estudo adicional
Leia 1 Coríntios 12:1-30.
Que dons espirituais são mencionados nesta passagem?
Como Paulo lida com o equívoco de que alguns dons são mais importantes do que outros (ver os v. 14-30)?
Como membro do Corpo de Cristo, você é dotado pelo Espírito para ministrar aos outros. Você está fazendo isso?
Deus exaltou a Cristo, para ser o cabeça sobre todas as coisas, o deu à igreja, a qual é o seu corpo, a plenitude daquele que a tudo enche em todas as coisas (Efésios 1:22-23).
A igreja foi projetada para complementar Cristo.
Aqui, Paulo usa uma analogia gráfica para ilustrar o relacionamento de Cristo com a igreja: Ele é o cabeça, e os crentes são o Seu corpo. Paulo elabora que não devemos reter a cabeça, a partir da qual todo o corpo, suprido e bem-vinculado por suas juntas e ligamentos, cresce o crescimento que vem de Deus (Colossenses 2:19; ver Efésios 4:15-16).
Assim como a cabeça controla o corpo humano, Cristo governa o Seu Corpo, a igreja (1 Coríntios 12:12-31). Pelo Seu Espírito e Sua Palavra, Ele fornece todos os recursos que a igreja precisa para funcionar para Sua glória. Dessa forma, Ele garante que os seus propósitos serão cumpridos.
A igreja é, de fato, “a plenitude daquele que preenche tudo em todos” (Efésios 1:23). A implicação é que o Cristo todo-suficiente, todo-poderoso e totalmente supremo é, em certo sentido, incompleto – não em Sua natureza, mas no grau em que Sua glória é vista no mundo.
Um sinônimo de “plenitude” é “complemento”. A igreja foi projetada para complementar Cristo. Ele é aquele que preenche tudo em todos – a plenitude da divindade em forma corporal (Colossenses 2:9) – e doador da verdade e da graça (João 1:16). Todavia, Ele escolhe revelar Sua glória dentro e através da Igreja. Portanto, até que a igreja seja plenamente glorificada, Cristo não será totalmente complementado.
Sua vida complementa Cristo? Você “manifesta a beleza da doutrina de Deus, nosso Salvador, em todos os aspectos (Tito 2:10)? Você permite “que a sua luz brilhe diante dos outros, para que vejam as boas obras que você faz e glorifique o seu Pai, que está nos céus” (Mateus 5:16)? Você tem todos os recursos espirituais para fazê-lo, então não deixe que nada o impeça (Hebreus 12:1-2)!
Sugestão de oração
Leia o Salmo 139:23-24 e ore com Davi para que Deus perscrute seu coração e revele qualquer pecado que possa impedi-lo de complementar Cristo hoje.
Estudo adicional
Leia 1 Coríntios 12:1-30.
Que dons espirituais são mencionados nesta passagem?
Como Paulo lida com o equívoco de que alguns dons são mais importantes do que outros (ver os v. 14-30)?
Como membro do Corpo de Cristo, você é dotado pelo Espírito para ministrar aos outros. Você está fazendo isso?
Devocional Alegria Inabalável - John Piper
A FÉ AUTÊNTICA ANSEIA POR CRISTO
Versículo do dia: Assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação. (Hebreus 9.28)
O que você deve fazer para que saiba que seus pecados são tirados pelo sangue de Cristo e que, quando ele vier, o protegerá da ira de Deus e o levará à vida eterna? A resposta é esta: Confie em Cristo de uma maneira que o torne desejoso pela sua volta.
Jesus está vindo para salvar aqueles que “o aguardam”. Então, como você se prepara? Como experimenta o perdão de Deus em Cristo e apronta-se para encontrá-lo? Ao confiar nele de uma maneira que o faça desejoso pela sua vinda.
Essa expectativa ardente por Cristo é simplesmente um sinal de que o amamos e cremos nele de forma autêntica.
Há uma fé falsa que somente quer escapar do inferno, mas não tem desejo por Cristo. Essa fé não salva e não produz uma expectativa ardente para que Cristo venha. Ela preferiria que Cristo não viesse pelo maior tempo possível para que pudesse ter o máximo possível deste mundo.
Porém, a fé que realmente se apossa de Cristo como tesouro, esperança e alegria é a fé que nos faz desejar que Cristo venha, e essa é a fé que salva.
Assim, eu lhe rogo, converta-se do mundo e do pecado para Cristo. Tome-o não apenas como sua apólice de seguro contra o fogo, mas como seu ansiosamente aguardado noivo, amigo e Senhor.
Devocional extraído de “What Christ Will Do at the Second Coming” [O que Cristo Fará em Sua Segunda Vinda]
Versículo do dia: Assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação. (Hebreus 9.28)
O que você deve fazer para que saiba que seus pecados são tirados pelo sangue de Cristo e que, quando ele vier, o protegerá da ira de Deus e o levará à vida eterna? A resposta é esta: Confie em Cristo de uma maneira que o torne desejoso pela sua volta.
Jesus está vindo para salvar aqueles que “o aguardam”. Então, como você se prepara? Como experimenta o perdão de Deus em Cristo e apronta-se para encontrá-lo? Ao confiar nele de uma maneira que o faça desejoso pela sua vinda.
Essa expectativa ardente por Cristo é simplesmente um sinal de que o amamos e cremos nele de forma autêntica.
Há uma fé falsa que somente quer escapar do inferno, mas não tem desejo por Cristo. Essa fé não salva e não produz uma expectativa ardente para que Cristo venha. Ela preferiria que Cristo não viesse pelo maior tempo possível para que pudesse ter o máximo possível deste mundo.
Porém, a fé que realmente se apossa de Cristo como tesouro, esperança e alegria é a fé que nos faz desejar que Cristo venha, e essa é a fé que salva.
Assim, eu lhe rogo, converta-se do mundo e do pecado para Cristo. Tome-o não apenas como sua apólice de seguro contra o fogo, mas como seu ansiosamente aguardado noivo, amigo e Senhor.
Devocional extraído de “What Christ Will Do at the Second Coming” [O que Cristo Fará em Sua Segunda Vinda]
Devocional Do Dia - Charles Spurgeon
Versículo do dia: “Olhei, e eis o Cordeiro em pé sobre o monte Sião.” (Apocalipse 14.1)
O apóstolo João teve o privilégio de olhar no interior das portas do céu. Ao descrever o que ele viu, começou com estas palavras: “Olhei, e eis o Cordeiro”. Isto nos ensina que o principal objeto de contemplação no estado celestial é o “Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (João 1.29). Nada mais atraiu a atenção do apóstolo, tanto como a pessoa daquele Ser divino, que nos redimiu por intermédio de seu sangue. Ele é o tema das canções dos espíritos glorificados e dos anjos santos. Crente, aqui está a alegria para sua vida; você olhou e viu o Cordeiro. Através de lágrimas, seus olhos viram o Cordeiro de Deus levando seus pecados. Alegre-se, então. Em breve, quando as lágrimas tiverem sido removidas de seus olhos, você contemplará o mesmo Cordeiro exaltado em seu trono.
A alegria de nosso coração consiste em manter comunhão diária com o Senhor Jesus. No céu, você terá este mesmo gozo, em nível mais elevado. Desfrutará da presença constante do Senhor Jesus. Habitará com Ele para sempre. “Olhei, e eis o Cordeiro!” Ora, esse Cordeiro é o próprio céu. Conforme disse Rutherford: “Cristo e o céu são a mesma coisa”. Estar com Cristo é o mesmo que estar no céu; estar no céu é o mesmo que estar com Cristo. Aquele prisioneiro do Senhor escreveu com muita doçura, em uma de suas maravilhosas cartas: “Ó meu Senhor Jesus Cristo, se eu pudesse estar no céu, sem que Tu estivesses ali, isso seria um inferno. E se seu pudesse estar no inferno, e Tu estivesses ali, isso seria um céu para mim, pois Tu és o céu que eu desejo”. Sim, é verdade, querido irmão; e a sua alma não diz o mesmo?
Nem todas as harpas do céu Podem um paraíso fazer,
Se Deus retirar sua presença, Ou sua face esconder.
Tudo o que você necessita para ser abençoado é “estar com Cristo” (ver Filipenses 1.23).
O apóstolo João teve o privilégio de olhar no interior das portas do céu. Ao descrever o que ele viu, começou com estas palavras: “Olhei, e eis o Cordeiro”. Isto nos ensina que o principal objeto de contemplação no estado celestial é o “Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (João 1.29). Nada mais atraiu a atenção do apóstolo, tanto como a pessoa daquele Ser divino, que nos redimiu por intermédio de seu sangue. Ele é o tema das canções dos espíritos glorificados e dos anjos santos. Crente, aqui está a alegria para sua vida; você olhou e viu o Cordeiro. Através de lágrimas, seus olhos viram o Cordeiro de Deus levando seus pecados. Alegre-se, então. Em breve, quando as lágrimas tiverem sido removidas de seus olhos, você contemplará o mesmo Cordeiro exaltado em seu trono.
A alegria de nosso coração consiste em manter comunhão diária com o Senhor Jesus. No céu, você terá este mesmo gozo, em nível mais elevado. Desfrutará da presença constante do Senhor Jesus. Habitará com Ele para sempre. “Olhei, e eis o Cordeiro!” Ora, esse Cordeiro é o próprio céu. Conforme disse Rutherford: “Cristo e o céu são a mesma coisa”. Estar com Cristo é o mesmo que estar no céu; estar no céu é o mesmo que estar com Cristo. Aquele prisioneiro do Senhor escreveu com muita doçura, em uma de suas maravilhosas cartas: “Ó meu Senhor Jesus Cristo, se eu pudesse estar no céu, sem que Tu estivesses ali, isso seria um inferno. E se seu pudesse estar no inferno, e Tu estivesses ali, isso seria um céu para mim, pois Tu és o céu que eu desejo”. Sim, é verdade, querido irmão; e a sua alma não diz o mesmo?
Nem todas as harpas do céu Podem um paraíso fazer,
Se Deus retirar sua presença, Ou sua face esconder.
Tudo o que você necessita para ser abençoado é “estar com Cristo” (ver Filipenses 1.23).
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