Semeando o Evangelho

Semeando o Evangelho
Semear a Verdade e o Amor de Deus

sábado, 22 de setembro de 2018

Devocional Do Dia - Charles Spurgeon

Versículo do dia: “SENHOR, Justiça Nossa.” (Jeremias 23.6)

Pensar na perfeita justiça de Cristo sempre proporciona ao crente imensa tranquilidade, calma e paz. Quão frequentemente estão abatidos e tristes os santos de Deus! Eu não penso que eles deveriam ser assim. Eu não acredito que eles estariam abatidos e tristes, se pudessem ver sua perfeição em Cristo. Há alguns que estão sempre pensando a respeito de corrupção e do mal inato que existe em sua alma. Isto é bastante verdadeiro. Mas, por que não avançamos um pouco mais e recordamos que somos perfeitos em Cristo Jesus? (ver Colossenses 1.28) Não é de admirar que estejam sempre de fisionomia abatida, os que jazem na corrupção; mas com certeza, se lembrarmos que Jesus se fez justiça por nós (ver 1Coríntios 1.30), teremos bom ânimo. Ainda que o sofrimento me aflija, Satanás me assalte, e eu tenha de passar por muitas experiências antes de chegar ao céu, todas essas coisas me são enviadas como parte da aliança da graça divina.

Nada falta em meu Senhor. Ele fez tudo. Na cruz, O Senhor Jesus disse: “Está consumado” (João 19.30). Se está consumado, estou completo nEle. Posso regozijar-me “com alegria indizível e cheia de glória” (1 Pedro 1.8), “não tendo justiça própria, que procede de lei, senão a que é mediante a fé em Cristo, a justiça que procede de Deus, baseada na fé” (Filipenses 3.9). Não será encontrado na terra, um povo mais santo que este que recebeu em seu coração a doutrina da justiça de Cristo. Quando o crente diz: “Vivo somente em Cristo, descanso nEle completamente para a minha salvação e creio que, embora seja indigno, estou salvo em Jesus”, o seguinte pensamento surge como um motivo de gratidão: “Não viverei para Cristo? Não O amarei e O servirei, visto que sou salvo pelos méritos dele?” “O amor de Cristo nos constrange… os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou” (2 Coríntios 5.14-15). Se somos salvos pela justiça imputada, valorizaremos muito a concessão dela

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Trindade: Deus Filho e Nossa Salvação - Sérgio Lima


COMO ENSINAR AS CRIANÇAS A ENTENDER A BÍBLIA


Por Sara Wallace


A melhor parte de ver meu primogênito aprender a ler era saber que ele estava bem encaminhado para ler a Bíblia por si mesmo. Foi incrível pensar que a Palavra de Deus seria acessível a ele.

Mas isso também era um pensamento intimidador. Por onde começar? Parecia irresistível.

Como pais, é tentador impedir a leitura da Bíblia, porque achamos que é muito densa, e nossos filhos não conseguiriam entender. É como colocar botas de caminhada adultas em uma criança que acabou de aprender a andar. É melhor ficar com livros ilustrados sobre a arca de Noé e a história de Jonas e o peixe.

Mas a Bíblia é para crianças também. O próprio Jesus disse: “Deixem os pequeninos e não os impeçam de vir a mim, porque dos tais é o Reino dos Céus” (Mateus 19.14). Nós não temos que reter isso delas. Contudo, nossos filhos precisam de orientação e direção. É por isso que Deus instrui os pais a ensinar a lei de Deus: “Ensinem essas palavras aos seus filhos, falando delas quando estiverem sentados em casa, andando pelo caminho, quando se deitarem e quando se levantarem” (Deuteronômio 11:19).

No livro Sua Palavra Sozinha, Summer Lacy escreve: “O maior erro que você pode cometer em relação ao estudo da Bíblia é começar com a suposição de que você não pode entendê-la”. Em vez de presumir que nossos filhos não entenderão isto ou aquilo, como podemos propositadamente equipá-los para a compreensão?

Quando entregamos aos nossos filhos uma Bíblia, há duas verdades fundamentais para dar a eles junto com ela.

A Bíblia não é sobre você
Pode ser surpreendente as crianças aprenderem que a Bíblia é para elas, mas não primordialmente sobre elas. Por causa do ego, nós naturalmente lemos a Bíblia através de sua lente. “O que isso diz sobre mim? O que eu devo fazer (ou não fazer) agora?” Essas não são perguntas ruins, mas elas perdem o ponto principal. Elas pulam direto para a aplicação pessoal sem qualquer fundamento. Quem é este Deus que devemos obedecer? Por que devemos obedecê-lo? Como pais, é nosso trabalho apontar nossos filhos para longe da verdadeira estrela do show. Eu amo como Bryan Chapell explica este ponto em sua introdução à Bíblia da Transformação do Evangelho:

Jesus é a figura principal e culminante neste estágio. O palco está montado para ele; tudo o que acontece no palco diz respeito a ele; e nós não entendemos completamente nada no palco até que tenhamos identificado sua relação com ele.

Se quisermos que nossos filhos entendam as Escrituras, devemos ajudá-los a ver Cristo nela. É como dar a eles um anel decodificador. A aplicação prática de repente tem significado. O eu é colocado em seu devido lugar e a obediência tem uma motivação verdadeira e duradoura.

A Bíblia conta uma história
As crianças normalmente não pensam em uma “grande figura”, por isso, naturalmente, leem a Bíblia como lições morais isoladas. Em seu excelente livro The Biggest Story [A maior história], Kevin DeYoung escreve: “Nossos filhos podem se familiarizar com muitas histórias da Bíblia sem nunca compreender a História Maior que dá sentido a todas as outras”.

Essa “história maior” é o evangelho. O evangelho não é apenas uma das muitas histórias da Bíblia; é a história final da Bíblia. Nossa missão, portanto, é ajudar nossos filhos a entender cada história individual dentro do contexto da história final.

Mas como fazemos isso? Obviamente, o nome “Jesus” não está em todas as páginas. Ainda assim, como diz Sally Lloyd-Jones: “Toda história sussurra seu nome”. Ou como Chapell continua dizendo: “Nosso objetivo, como leitores da Bíblia que estão interpretando como Cristo pretende, não é tentar fazer com que Jesus apareça magicamente em cada texto, mas mostrar onde cada texto está corretamente neste estágio da redenção”.

Nenhuma passagem está sozinha. Cada um tem um contexto dentro da história do evangelho – seja predizendo a Cristo, preparando-se para Cristo, refletindo sobre Cristo, ou resultando Cristo (Bíblia da Transformação do Evangelho). Se nossos filhos já sabem o que – ou neste caso, a quem procurar – a Bíblia torna-se instantaneamente mais fácil de entender.

Três perguntas

Aqui estão três perguntas para ajudar as crianças que leem a Bíblia a trocar os óculos egocêntricos por óculos centrados no evangelho.

O que esta passagem me ensina sobre Deus?

O que esta passagem me ensina sobre seres humanos (ou sobre mim mesmo)?

O que esta passagem me ensina sobre a necessidade e a vinda de um Salvador?

Muitas vezes, as duas primeiras perguntas respondem à terceira. Separe um tempo para sentar com seus filhos e tentar essa abordagem juntos. Escolha uma passagem da Escritura e faça essas três perguntas.

E sobre a aplicação? Vamos chegar lá. Mas comece priorizando o fundamento. Quando seus filhos desenvolverem o hábito de encontrar as respostas para essas três perguntas, eles poderão perguntar: “O que Deus quer que eu faça?” Só podemos aplicar a Bíblia adequadamente em nossas vidas quando o evangelho é a força motriz. .

Então, vamos dar aos nossos filhos as ferramentas que eles precisam para não serem meramente informados pela Palavra de Deus, mas transformados de dentro para fora.

EDIFICANDO SOBRE O FUNDAMENTO FIRME E INABALÁVEL – PARTE 3

em fé é impossível agradar a Deus, porque tal agrado decorre de um viver constante na Sua Palavra.

O que não incluir esta obediência real à Palavra, nem que seja no esforço sincero demonstrado em cumpri-la, não pode ser chamado de fé.
Daí afirmar o apóstolo Paulo que tudo o que não provém de fé é pecado (Rom 14.23).
Onde faltar esta verdadeira piedade haverá sempre este sinal evidente de falta de fé.
Chamamos todo o nosso caminhar com Cristo, de vida da fé ou pela fé. De se caminhar por fé e não por vista.

A fé verdadeira sempre é acompanhada por obras de fé, em sinal patente da real e progressiva transformação de nossas vidas.
A graça chama por mais graça, e ela sempre crescerá pelo exercício da fé. Desta vida consagrada nas mãos do Senhor.

A fé imporá graciosamente e por constrangimento a renúncia ao ego carnal, ao pecado, ao fascínio do mundo, e se oporá firmemente às tentações do diabo, e nos habilitará a suportar as provações, perseverando na prática do nosso dever para com Deus.
Pela fé confirmaremos a Lei do Senhor. Amaremos seus mandamentos, seus estatutos, seus juízos, suas promessas, e tudo faremos para não transgredi-los.
Assim, uma pessoa pode ser um cristão autêntico, ser um fiel que compõe o rebanho de Cristo, e todavia ainda estar vivendo de modo infiel ao Seu Deus.

No dizer de Tiago, a falta de fé e a consequente falta de sabedoria recebida de Deus que conduz a uma vida cristã correta, será sempre vista num homem de coração dobre, que é inconstante em todos os seus caminhos.
Ser de “coração dobre” – dpsuchos, como está no original grego, que literalmente significa “de duas almas” – não que ele tenha duas almas, mas é aquilo que chamamos de pessoa de duas caras, um hipócrita.

Na congregação ele mostra a falsa face piedosa, e na vida cotidiana manifesta a sua real condição carnal e que resiste a Deus e à Sua vontade.
Daí a ordenança do apóstolo:
“Tg 4:7 Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.
Tg 4:8 Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós outros. Purificai as mãos, pecadores; e vós que sois de ânimo dobre, limpai o coração.
Tg 4:9 Afligi-vos, lamentai e chorai. Converta-se o vosso riso em pranto, e a vossa alegria, em tristeza.

Tg 4:10 Humilhai-vos na presença do Senhor, e ele vos exaltará.”
Podemos ver a atualidade e urgência da necessidade de aplicação destas palavras em todas as congregações cristãs. E não é sem motivo que ela se encontra registrada na Palavra por inspiração do Espírito Santo, para alertar aos cristãos quanto a esta crucial necessidade.

Temos uma natureza terrena pecaminosa, ao lado da nova natureza espiritual recebida pela fé, e sempre haverá portanto, esta necessidade de mortificação do pecado, e aproximação do Senhor para sermos revestidos da Sua própria vida.
A negligência desta necessidade sempre conduzirá a um viver afastado dos caminhos de Deus, não importando quão assíduos sejamos aos trabalhos de nossas congregações.

FORÇA PARA O DIA - DEVOCIONAL JOHN MACARTHUR

DEUS SABE DE TODAS AS COISAS

Grande é o Senhor nosso e mui poderoso; o seu entendimento não se pode medir (Salmo 147:5).

Como Deus sabe de tudo, então Ele conhece o nosso pecado.

Nosso tempo na história foi chamado de “A Era da Informação”. Os computadores trabalham ao redor do relógio armazenando informações de todos os ramos do conhecimento. E essa quantidade de dados está crescendo cada vez mais. Sem a ajuda da tecnologia avançada, podemos processar e interpretar apenas uma pequena fração.

Em contraste, Deus é onisciente; Ele sabe todas as coisas. A Escritura diz: “O seu entendimento não se pode medir”. Isaías pergunta: “Quem guiou o Espírito do SENHOR? Ou, como seu conselheiro, o ensinou? Com quem ele se aconselhou, para que lhe desse compreensão? Quem lhe ensinou a vereda da justiça ou quem lhe ensinou sabedoria? E quem lhe mostrou o caminho de entendimento?” (40:13-14). A resposta a todas essas questões é “Ninguém”.

Como o conhecimento de Deus é infinito, Ele nunca aprende nada nem esquece nada. Quando você ora, você não está dizendo a Deus algo que Ele não conhece. Ele simplesmente escolhe trabalhar em nossas orações.

Deus conhece todos os detalhes de nossas vidas. Jesus disse: “Até os cabelos da cabeça de vocês estão todos contados” (Lucas 12:7). Deus não precisa contar porque Ele sabe intrinsecamente quantos existem. Ele também conhece todos os nossos pensamentos (Isaías 66:18). Davi disse: “A palavra ainda nem chegou à minha língua, e tu, SENHOR, já a conheces toda” (Salmo 139:4). No mesmo salmo, Davi continua dizendo: “Até as próprias trevas não te serão escuras” (v. 12). Você não pode esconder nada do conhecimento de Deus.

A onisciência de Deus deve ser um impedimento para o pecado. Pense em alguns dos erros que você cometeu quando era criança quando seus pais não estavam por perto. Você nunca teria feito essas coisas na frente deles porque não queria ser punido. Mas “Deus trará todo ato ao juízo, tudo o que está escondido, seja bom ou mal” (Eclesiastes 12:14). Embora a pena eterna pelo pecado tenha sido paga por Cristo, Deus ainda nos disciplina quando pecamos (Hebreus 12:5-11). Existe alguma coisa em sua vida que você teria vergonha se Deus soubesse? Se há, arrependa-se, porque Ele sabe!

Sugestão para oração

Louve a Deus pelo Seu infinito conhecimento.

Estudo adicional

Leia o louvor de Davi sobre a onisciência de Deus no Salmo 139:1-6. Quais áreas específicas do conhecimento de Deus ele menciona?

Devocional Alegria Inabalável - John Piper

CINCO PROPÓSITOS DO SOFRIMENTO

Versículo do dia: Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. (Romanos 8.28)

Raramente nós conhecemos as micro razões de nossos sofrimentos, mas a Bíblia nos dá macro razões que sustentam a fé.

É bom termos uma maneira de nos lembrar de algumas delas para que, quando de repente formos afligidos ou tenhamos a chance de auxiliar outros em sua aflição, possamos lembrar de algumas das verdades que Deus nos deu para nos ajudar a não perdermos a esperança.

Aqui está uma maneira de lembrar: cinco palavras (ou se ajudar, escolha três e tente embra-las).

Os macro propósitos de Deus em nossos sofrimentos incluem:

Arrependimento: O sofrimento é um chamado para que nós e outros deixemos de valorizar qualquer coisa na terra acima de Deus. Lucas 13.4-5:

“Ou cuidais que aqueles dezoito sobre os quais desabou a torre de Siloé e os matou eram mais culpados que todos os outros habitantes de Jerusalém? Não eram, eu vo-lo afirmo; mas, se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis.”

Confiança: O sofrimento é um chamado para confiar em Deus e não nos suportes que sustentam a vida do mundo. 2Coríntios 1.8-9:

“Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a natureza da tribulação que nos sobreveio na Ásia, porquanto foi acima das nossas forças, a ponto de desesperarmos até da própria vida. Contudo, já em nós mesmos, tivemos a sentença de morte, para que não confiemos em nós, e sim no Deus que ressuscita os mortos.”

Justiça: O sofrimento é a disciplina do nosso amoroso Pai celestial, para que possamos compartilhar sua santidade. Hebreus 12.6, 10-11:

“Porque o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe… Deus, porém, nos disciplina para aproveitamento, a fim de sermos participantes da sua santidade. Toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza; ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça.”

Galardão: O sofrimento está operando para nós um grande galardão no céu que compensará mil vezes cada perda aqui. 2Coríntios 4.17:

“Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação.”

Lembrança: O sofrimento nos lembra que Deus enviou seu Filho ao mundo para sofrer, para que o nosso sofrimento não fosse uma condenação divina, mas a sua purificação. Filipenses 3.10:

“…para o conhecer, e o poder da sua ressurreição, e a comunhão dos seus sofrimentos.”

Devocional Do Dia - Charles Spurgeon

Versículo do dia: “E há de ser que, ouvindo tu um estrondo de marcha pelas copas das amoreiras, então, te apressarás.” (2 Samuel 5.24)

Os membros do corpo de Cristo devem se mostrar bastante dispostos a orar, sempre procurando que a unção do Santo descanse no coração deles, que venha o reino de Cristo e que a vontade de Deus seja feita, “assim na terra como no céu” (Mateus 6.10). Há tempos em que Deus parece favorecer, de modo especial, a Sião. Tais ocasiões devem ser para os crentes como “um estrondo de marcha pelas copas das amoreiras”. Devemos ser duplamente dedicados à oração e duplamente zelosos, lutando mais junto ao trono da graça do que o temos feito. A ação deveria ser imediata e vigorosa. A maré está subindo; nademos corajosamente até à praia.

Oh! que tenhamos um derramamento do Pentecostes e realizações semelhantes às do Pentecostes! Crente, em você mesmo, há épocas em que escuta “um estrondo de marcha pelas copas das amoreiras”. Você desfruta de um poder especial na oração. O Espírito de Deus lhe proporciona alegria e felicidade. As Escrituras lhe são esclarecidas; e as promessas, aplicadas. Você anda na luz da face de Deus; tem uma liberdade peculiar na devoção e comunhão mais íntima com o Senhor Jesus do que costumava ter. Ora, nessas épocas cheias de regozijo quando você escuta “um estrondo de marcha pelas copas das amoreiras”, é tempo de levantar-se. É tempo de livrar-se de qualquer hábito mau, enquanto o Espírito de Deus o assiste em suas imperfeições. Ice suas velas, mas lembre-se do que algumas vezes você canta – “eu posso apenas içar as velas; O Senhor! O Senhor! Precisa soprar o bom vento”. De qualquer forma, certifique-se de que as velas estão abertas. Não perca o vento por estar despreparado para recebê-lo. Busque a ajuda de Deus, assim poderá ser mais zeloso no trabalho, à medida que fica mais firme na fé; ore mais constantemente, à medida que tiver mais acesso ao trono; seja mais santo em seus relacionamentos, à medida em que vive mais próximo a Cristo.