Versículo do dia: Pessoas que não contaminaram as suas vestiduras e andarão de branco junto comigo, pois são dignas. (Apocalipse 3.4)
Podemos entender este versículo como uma referência à justificação. “Andarão de branco junto comigo” quer dizer: tais pessoas desfrutarão de um constante senso de sua justificação pela fé. Elas entenderão que a justiça de Cristo lhes foi imputada, que todas elas foram lavadas e tornadas mais alvas do que a neve recém-caída. Este versículo também é uma referência à alegria e felicidade, pois entre os judeus as vestes brancas eram roupas usadas em feriados. Aqueles que não contaminaram as suas vestiduras terão o seu rosto sempre brilhante. Eles entenderão o que Salomão pretendia dizer com estas palavras: “Vai, pois, come com alegria o teu pão e bebe gostosamente o teu vinho, pois Deus já de antemão se agrada das tuas obras. Em todo tempo sejam alvas as tuas vestes” (Eclesiastes 9.7,8). Aquele que é aceito por Deus usará as vestes brancas da alegria e felicidade, enquanto anda em comunhão agradável com o seu Senhor. Por que existem tantas dúvidas, tanta miséria e lamentação? É porque muitos crentes contaminam as suas vestiduras com o pecado e, assim, perdem a sua alegria de salvação e a reconfortante comunhão com o seu Senhor. Eles não andam de branco aqui na terra. A promessa também se refere a andar de branco antes de estar diante do trono de Deus. Aqueles que não contaminam as suas vestiduras neste mundo mais certamente andarão de branco, lá em cima, onde os exércitos vestidos em roupas brancas cantam eternos aleluias ao Deus Altíssimo. Possuirão, com certeza, gozos inconcebíveis, felicidade inimaginável, alegria desconhecida à mente humana e uma bem-aventurança que nem mesmo os maiores desejos têm sido capazes de atingir. Os “irrepreensíveis no seu caminho” (Salmos 119.1) terão tudo isso – não por mérito de boas obras, mas por graça. Eles caminharão de branco com Cristo, pois Cristo os tornou pessoas “dignas”. Na bendita companhia de Jesus, tais pessoas beberão das fontes da água da vida.
Semeando o Evangelho
Semear a Verdade e o Amor de Deus
sexta-feira, 14 de dezembro de 2018
quinta-feira, 13 de dezembro de 2018
AS VESTES DA HUMILDADE
Por A. W. Tozer
Cingi-vos todos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, contudo aos humildes concede a sua graça (1 Pedro 5.5).
Quando o apóstolo Pedro aconselha aos crentes que se revistam de humildade no seu trato uns com os outros, na verdade, está dando a entender que a humildade deve ser uma espécie de uniforme que nos identifique diariamente.
Naquela época, era costume as pessoas se vestirem de acordo com seu status e sua posição na sociedade.
Hoje em dia, também, costumamos identificar alguns servidores públicos pelo tipo de roupa uniformizada que usam. Se, por exemplo, estivermos numa cidade estranha e necessitarmos de um determinado tipo de auxílio, logo daremos uma olhada pelas redondezas à procura de um policial, que podemos identificar pela farda.
Quando o carteiro chega em nossa casa, também, nós não temos nenhum receio dele. O uniforme que usa mostra que ele é um servidor público, com a responsabilidade de realizar um tipo de serviço.
E o Espírito Santo, através das palavras do apóstolo, ensina que é necessário que os membros do Corpo de Cristo estejam submissos uns aos outros pelos laços do amor, da misericórdia e da graça. E essa postura de submissão e humildade, assumida em sinceridade, torna-se o nosso uniforme, nosso adorno, que mostra para os outros que somos remidos, que somos discípulos obedientes de Jesus Cristo e que pertencemos a ele!
E se lembrarmos que foi Jesus Cristo, nosso Senhor, quem se revestiu de humildade, e rebaixou-se a tal ponto de chegar à morte, e morte de cruz, não acharemos estranha essa orientação de Pedro.
Esse ensino é um exemplo divino e escriturístico que temos na pessoa de Jesus, que, “subsistindo em forma de Deus não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando- se obediente até à morte, e morte de cruz. Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome” (Fp 2.6-9).
É muito importante que os crentes entendam que, como Jesus veio ao mundo revestido de humildade, ele sempre estará entre aqueles que se revestem de humildade. Ele sempre se encontrará entre aqueles que são humildes. Há muita gente que ainda não aprendeu essa lição.
Quero mencionar aqui uma passagem muito interessante do livro de Cantares de Salomão que, em minha opinião, revela de forma muito prática o anseio que o Noivo celestial tem de estar em comunhão com aqueles que lhe são caros no plano do serviço humilde.
Encontra-se no capítulo 5. A noiva está narrando sua aflição porque seu amado a chamou no meio da noite, para sair com ele, mas ela demorou a responder. Ele dissera a ela que a cabeça dele estava coberta de orvalho, o cabelo molhado pelas gotas da noite, pois ele estivera colhendo mirra, lírios, e cuidando de suas ovelhas.
Resumidamente, ela recorda que estava belamente vestida para a noite, mas essa roupa não seria apropriada para atender ao chamado dele, pois ele queria que ela fosse estar com ele, onde ele se encontrava, na sua humildade, trabalhando entre as ovelhas, no serviço das hortas e dos campos. Por fim ela confessa: “Abri ao meu amado, mas já ele se retirara e tinha ido embora… busquei-o, mas não o achei; chamei-o, e não me respondeu. ”
Quando afinal ela se dispusera a vestir as roupas certas, para auxiliá-lo no serviço humilde, ele já fora embora.
As Escrituras ensinam claramente que Deus está sempre do lado dos humildes, e Pedro concorda plenamente com este ensino de que Deus resiste aos soberbos, mas aos humildes concede a sua graça.
É possível que as pessoas, de um modo geral, pensem que encontrarão Jesus Cristo onde quer que elas estejam. Mas eu acho que existe a possibilidade de encontrarmos a Cristo somente onde ele está – e ele está na posição de humildade – sempre!
Deus resiste aos soberbos
Deus resiste aquele que é orgulhoso e obstinado.
Acredito que Deus vê a atitude do orgulhoso como uma atitude de resistência a ele. Não é muito comum um homem levantar os olhos para Deus e dizer: “Ó Deus, eu resisto a ti; eu te desobedeço! ” Talvez isso aconteça uma vez em cada cem anos. Os homens, geralmente, não têm essa atitude. O mais provável é que nos oponhamos a ele fazendo resistência ao lado em que ele está ou aos seus ensinamentos.
Mas a Bíblia mostra com clareza que quando uma pessoa orgulhosa e obstinada resiste a Deus, pode saber que Deus também estará resistindo a ela.
Quando um homem delibera firmemente praticar uma ação contra um crente, mesmo que este tenha razão no ponto em questão, ele descobrirá depois que Deus faz resistência a ele, pois seu espírito e atitude estão errados.
Deus não olha apenas a situação exterior, ele vê o espírito e a atitude do indivíduo. Ele está mais interessado na maneira como reagimos à agressão ou aos maus tratos, do que no fato de que fomos maltratados.
Alguns crentes já passaram pela experiência de ser destratados por outros, com palavras violentas e linguagem bem agressiva. No que diz respeito a Deus, essa violência não interessa. Se você é um filho de Deus que está sofrendo agressões ou perseguição por causa dele, o grande interesse dele é a atitude que você terá em face da agressão.
Você teria um espírito de resistência, com intenções de vingança? Se você resistir ao Espírito de Deus, que lhe pede que demonstre o amor e a graça de Jesus Cristo, seu Salvador, pode ficar certo de uma coisa: Deus também resistirá a você!
Bem, mas isso não quer dizer que agora Deus vai-se virar contra você e tomar o partido do outro que o maltratou. Mas quer dizer que ele irá resistir-lhe porque sempre resiste ao obstinado.
Mesmo que a razão esteja com você, Deus eleva em conta que sua atitude está errada. O fato de Deus resistir ao soberbo, não significa também que mandará logo sobre ele um castigo severo. É provável que nem revele sua resistência a ele com um castigo visível ao público.
Raramente Deus nos dá castigos trágicos. Muitas vezes tenho-me perguntado se não aprenderíamos mais depressa a lição da humildade se Deus resistisse a nós, como dois soldados em luta se resistem um ao outro: com um entrechoque de espadas, e derramamento de sangue. Mas não é assim que ele age. Quando Deus resiste a um homem por causa de pecados de atitude, e do espírito, ocorre uma lenta degeneração espiritual interior que é um sinal do castigo que veio sobre ele. E esse endurecimento lento do coração provocado pela nossa obstinação em não nos rendermos a Deus, acaba provocando cinismo. Desaparece o gozo espiritual, e não produzimos mais os frutos do Espírito. A pessoa que passa por esse processo acabará azedando-se como uma fruta estragada ¾ e não é exagero dizer que aquele que provoca a resistência divina continuará a azedar-se amargamente em seu próprio sumo.
Deus resiste ao soberbo, e acredito que o aspecto mais importante de tudo isso é o seguinte: essa pessoa pode estar com a razão na questão básica, mas fracassou no teste a que seu espírito foi submetido.
Deus dá graça ao humilde
É importante observar também que esse texto afirma que o mesmo Deus que tem que resistir ao soberbo, sempre está pronto para conceder ao humilde a sua graça.
A Bíblia ensina que devemos humilhar-nos sob a potente mão de Deus. Se tivéssemos que demonstrar nossa humildade apenas sob a mão de Deus, isso seria relativamente fácil. Se o Senhor lhe dissesse: “Olhe, vou chegar à igreja, e vou me colocar lá na frente. Você deverá vir ajoelhar-se e humilhar-se diante de mim”, isso seria muito fácil, pois sei que não é humilhante ajoelhar-me diante do próprio Deus. Qualquer um poderia fazer isso e continuar a sentir-se orgulhoso, embora estivesse ajoelhando-se perante a eterna Majestade de Deus nas alturas. Mas Deus conhece nosso coração e não permite que obedeçamos à sua ordem de ser humilde somente com um gesto exterior.
Deus pode usar pessoas que achamos não ser dignas de engraxar nosso sapato, e, no entanto, numa determinada situação, ele pode querer que nos humilhemos mansamente e aceitemos aquilo que elas fizeram conosco. Com esse espírito de mansidão, estaremos humilhando-nos debaixo da potente mão de Deus.
Vamos recordar o exemplo de nosso Salvador, cruelmente fustigado e ferido pelos chicotes. Aquelas chicotadas não foram dadas por um arcanjo, mas pelas mãos de um soldado romano, pagão. Todo aquele sofrimento que ele suportou foi-lhe infligido por homens ímpios, maus, blasfemos, de boca suja, que não eram dignos de limpar a poeira da sola do sapato dele, e não por multidões das hostes celestiais. Mas Jesus, voluntariamente, se humilhou debaixo das mãos dos homens, e assim fazendo, humilhou-se também sob a mão de Deus.
Submeter-se, mas não fazer concessões
Muitas vezes os crentes indagam: “Mas então tenho que me humilhar e aceitar mansamente todas as situações da vida? ”
Em minha opinião, a resposta para isso é a seguinte: como crentes, para nos humilharmos, não devemos transgredir as leis morais nem falsear a verdade.
Se para nos humilharmos tivermos que fazer concessões à verdade, não devemos humilhar-nos. O mesmo se aplica quando se trata de transgredir as leis morais. Estou certo de que Deus não exige que ninguém se humilhe moralmente ou falseando a verdade. Mas temos uma orientação de Deus para nos humilharmos debaixo de sua potente mão – e que os outros atirem a primeira pedra!
Mas nessa orientação que Deus dá a seu povo para que se humilhe, ele faz uma promessa, a de que “em tempo oportuno” ele nos exaltará! “Tempo oportuno”. Acredito que isso se refere a uma ocasião adequada em todos os aspectos. Será a hora que Deus sabe ser a melhor para nós, para nosso aperfeiçoamento, uma hora em que seu nome receberá toda a glória, e que resultará em bem para outros. Esse é o “tempo oportuno”.
É possível que Deus, em sua vontade, queira que esperemos um longo tempo antes de sermos exaltados. Ele poderá deixar que trabalhemos muito tempo, em humildade e sujeição, antes de nos honrar, porque ainda não é o “tempo oportuno”, não é o tempo dele.
Irmão, Deus sabe o que é melhor para cada um de nós, no seu plano de transformar-nos em crentes que irão glorifica-lo e honrá-lo em todas as coisas.
Muitos de nós prejudicamos nossos filhos concedendo-lhes coisas que não deveríamos dar: ensinando-os a dirigir antes que tenham a idade certa; dando-lhes muito dinheiro antes que saibam o valor dele; dando-lhes liberdade excessiva antes que eles saibam o que é ter responsabilidade e maturidade. Fazemos isso por causa de uma afeição mal aplicada, mas essas coisas prejudicam nossos filhos. Retribuir uma pessoa por coisas que não fez por merecer certamente resultará em prejuízo para ela.
Assim também, se Deus vier prontamente em nossa defesa, antes que tenhamos passado pelo fogo, isso redundará em prejuízo para nós.
A hora de Deus é a melhor
Estamos vendo aqui uma verdade bíblica, e não uma ficção criada por homens. Se a história de Daniel fosse escrita por um autor de ficção moderna, ele procuraria proteger o profeta. É possível que na hora em que ele fosse lançado na cova dos leões, todos ouviriam uma voz do céu bradando algo, e aqueles animais cairiam mortos.
Mas o que foi que aconteceu realmente?
Deus permitiu que os inimigos de Daniel o jogassem na cova dos leões e que ele passasse a noite ali, porque o “tempo oportuno” de Deus para Daniel era na manhã seguinte, e não na noite anterior.
Gostaria de ver também como os escritores de ficção hoje tratariam a história dos três hebreus que foram lançados na fornalha ardente. Provavelmente escreveriam todo um romance com aquele fato! Eles teriam que inventar um artifício humano, dramático, para apagar aquele fogo pouco antes de os três rapazes serem lançados na fornalha, mas isso seria apagar o fogo antes da hora! Para que a vontade de Deus fosse feita, e ele fosse glorificado em tempo oportuno, aqueles moços tinham que entrar no fogo e passar a noite ali o tempo oportuno era pela manhã.
Deus disse que nos exaltará em tempo oportuno, mas lembremos que ele está falando de sua hora, não da nossa.
É possível que alguns leitores estejam nesse momento passando por uma fornalha ardente. Talvez estejam passando por uma provação espiritual. Pode ser que o pastor não saiba de nada, nem as outras pessoas, mas você pode estar orando a Deus e perguntando: “Senhor, por que não me tiras daqui? ”
É que, pelos planos de Deus, ainda não é o “tempo oportuno”. Assim que você tiver passado pelo fogo, Deus o libertará disso, e não haverá cheiro de fumaça em sua roupa, e você não terá sofrido dano algum. O único dano que pode haver decorrerá de você insistir em que Deus o retire da provação antes da hora por ele planejada.
Deus prometeu exaltar-nos no momento oportuno, e ele sempre cumpre as promessas que faz a seu povo.
Nós, os filhos de Deus, sempre podemos esperar. Quando um filho de Deus está no centro da vontade de Deus, ele não precisa preocupar-se com o tempo. O pecador, sim, ele não tem tempo. Terá que apressar-se, ou então irá para o inferno. Mas o crente, não; o crente tem à sua frente uma eternidade de bênçãos.
Então, se você estiver numa fornalha, não queira sair dela antes da hora. Espere pela vontade de Deus, e ele o exaltará no tempo oportuno ¾ o momento certo para as circunstâncias. Será uma hora certa, determinada por Deus, com o propósito de glorificá-lo, e edificar seu espírito.
Uma das maiores fraquezas que nós, os crentes, temos, é a de querer tudo acertado antes que a provação termine. Deus já disse que ele deseja testar-nos e pôr-nos à prova, e que depois que a provação terminar ele mesmo dará o veredito: “Provado e achado sem falta! ”
Eu só peço a Deus que, nesta época em que aguardamos o retorno de Cristo, todos nós possamos conduzir-nos como filhos dele, como crentes cheios de fé. Paulo disse que, quando Jesus veio ao mundo, veio na plenitude dos tempos era a hora determinada por Deus para que ele viesse e morresse pelos nossos pecados.
E Pedro afirma que Deus nos exaltará em “tempo oportuno”, referindo-se ao fato de que Jesus vai voltar à terra no tempo determinado por Deus. O desejo de Deus para nós, nesses dias, é que vivamos em sujeição uns aos outros, em humildade, preparando-nos para a volta de seu Filho, que será exaltado juntamente com seus filhos!
Cingi-vos todos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, contudo aos humildes concede a sua graça (1 Pedro 5.5).
Quando o apóstolo Pedro aconselha aos crentes que se revistam de humildade no seu trato uns com os outros, na verdade, está dando a entender que a humildade deve ser uma espécie de uniforme que nos identifique diariamente.
Naquela época, era costume as pessoas se vestirem de acordo com seu status e sua posição na sociedade.
Hoje em dia, também, costumamos identificar alguns servidores públicos pelo tipo de roupa uniformizada que usam. Se, por exemplo, estivermos numa cidade estranha e necessitarmos de um determinado tipo de auxílio, logo daremos uma olhada pelas redondezas à procura de um policial, que podemos identificar pela farda.
Quando o carteiro chega em nossa casa, também, nós não temos nenhum receio dele. O uniforme que usa mostra que ele é um servidor público, com a responsabilidade de realizar um tipo de serviço.
E o Espírito Santo, através das palavras do apóstolo, ensina que é necessário que os membros do Corpo de Cristo estejam submissos uns aos outros pelos laços do amor, da misericórdia e da graça. E essa postura de submissão e humildade, assumida em sinceridade, torna-se o nosso uniforme, nosso adorno, que mostra para os outros que somos remidos, que somos discípulos obedientes de Jesus Cristo e que pertencemos a ele!
E se lembrarmos que foi Jesus Cristo, nosso Senhor, quem se revestiu de humildade, e rebaixou-se a tal ponto de chegar à morte, e morte de cruz, não acharemos estranha essa orientação de Pedro.
Esse ensino é um exemplo divino e escriturístico que temos na pessoa de Jesus, que, “subsistindo em forma de Deus não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando- se obediente até à morte, e morte de cruz. Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome” (Fp 2.6-9).
É muito importante que os crentes entendam que, como Jesus veio ao mundo revestido de humildade, ele sempre estará entre aqueles que se revestem de humildade. Ele sempre se encontrará entre aqueles que são humildes. Há muita gente que ainda não aprendeu essa lição.
Quero mencionar aqui uma passagem muito interessante do livro de Cantares de Salomão que, em minha opinião, revela de forma muito prática o anseio que o Noivo celestial tem de estar em comunhão com aqueles que lhe são caros no plano do serviço humilde.
Encontra-se no capítulo 5. A noiva está narrando sua aflição porque seu amado a chamou no meio da noite, para sair com ele, mas ela demorou a responder. Ele dissera a ela que a cabeça dele estava coberta de orvalho, o cabelo molhado pelas gotas da noite, pois ele estivera colhendo mirra, lírios, e cuidando de suas ovelhas.
Resumidamente, ela recorda que estava belamente vestida para a noite, mas essa roupa não seria apropriada para atender ao chamado dele, pois ele queria que ela fosse estar com ele, onde ele se encontrava, na sua humildade, trabalhando entre as ovelhas, no serviço das hortas e dos campos. Por fim ela confessa: “Abri ao meu amado, mas já ele se retirara e tinha ido embora… busquei-o, mas não o achei; chamei-o, e não me respondeu. ”
Quando afinal ela se dispusera a vestir as roupas certas, para auxiliá-lo no serviço humilde, ele já fora embora.
As Escrituras ensinam claramente que Deus está sempre do lado dos humildes, e Pedro concorda plenamente com este ensino de que Deus resiste aos soberbos, mas aos humildes concede a sua graça.
É possível que as pessoas, de um modo geral, pensem que encontrarão Jesus Cristo onde quer que elas estejam. Mas eu acho que existe a possibilidade de encontrarmos a Cristo somente onde ele está – e ele está na posição de humildade – sempre!
Deus resiste aos soberbos
Deus resiste aquele que é orgulhoso e obstinado.
Acredito que Deus vê a atitude do orgulhoso como uma atitude de resistência a ele. Não é muito comum um homem levantar os olhos para Deus e dizer: “Ó Deus, eu resisto a ti; eu te desobedeço! ” Talvez isso aconteça uma vez em cada cem anos. Os homens, geralmente, não têm essa atitude. O mais provável é que nos oponhamos a ele fazendo resistência ao lado em que ele está ou aos seus ensinamentos.
Mas a Bíblia mostra com clareza que quando uma pessoa orgulhosa e obstinada resiste a Deus, pode saber que Deus também estará resistindo a ela.
Quando um homem delibera firmemente praticar uma ação contra um crente, mesmo que este tenha razão no ponto em questão, ele descobrirá depois que Deus faz resistência a ele, pois seu espírito e atitude estão errados.
Deus não olha apenas a situação exterior, ele vê o espírito e a atitude do indivíduo. Ele está mais interessado na maneira como reagimos à agressão ou aos maus tratos, do que no fato de que fomos maltratados.
Alguns crentes já passaram pela experiência de ser destratados por outros, com palavras violentas e linguagem bem agressiva. No que diz respeito a Deus, essa violência não interessa. Se você é um filho de Deus que está sofrendo agressões ou perseguição por causa dele, o grande interesse dele é a atitude que você terá em face da agressão.
Você teria um espírito de resistência, com intenções de vingança? Se você resistir ao Espírito de Deus, que lhe pede que demonstre o amor e a graça de Jesus Cristo, seu Salvador, pode ficar certo de uma coisa: Deus também resistirá a você!
Bem, mas isso não quer dizer que agora Deus vai-se virar contra você e tomar o partido do outro que o maltratou. Mas quer dizer que ele irá resistir-lhe porque sempre resiste ao obstinado.
Mesmo que a razão esteja com você, Deus eleva em conta que sua atitude está errada. O fato de Deus resistir ao soberbo, não significa também que mandará logo sobre ele um castigo severo. É provável que nem revele sua resistência a ele com um castigo visível ao público.
Raramente Deus nos dá castigos trágicos. Muitas vezes tenho-me perguntado se não aprenderíamos mais depressa a lição da humildade se Deus resistisse a nós, como dois soldados em luta se resistem um ao outro: com um entrechoque de espadas, e derramamento de sangue. Mas não é assim que ele age. Quando Deus resiste a um homem por causa de pecados de atitude, e do espírito, ocorre uma lenta degeneração espiritual interior que é um sinal do castigo que veio sobre ele. E esse endurecimento lento do coração provocado pela nossa obstinação em não nos rendermos a Deus, acaba provocando cinismo. Desaparece o gozo espiritual, e não produzimos mais os frutos do Espírito. A pessoa que passa por esse processo acabará azedando-se como uma fruta estragada ¾ e não é exagero dizer que aquele que provoca a resistência divina continuará a azedar-se amargamente em seu próprio sumo.
Deus resiste ao soberbo, e acredito que o aspecto mais importante de tudo isso é o seguinte: essa pessoa pode estar com a razão na questão básica, mas fracassou no teste a que seu espírito foi submetido.
Deus dá graça ao humilde
É importante observar também que esse texto afirma que o mesmo Deus que tem que resistir ao soberbo, sempre está pronto para conceder ao humilde a sua graça.
A Bíblia ensina que devemos humilhar-nos sob a potente mão de Deus. Se tivéssemos que demonstrar nossa humildade apenas sob a mão de Deus, isso seria relativamente fácil. Se o Senhor lhe dissesse: “Olhe, vou chegar à igreja, e vou me colocar lá na frente. Você deverá vir ajoelhar-se e humilhar-se diante de mim”, isso seria muito fácil, pois sei que não é humilhante ajoelhar-me diante do próprio Deus. Qualquer um poderia fazer isso e continuar a sentir-se orgulhoso, embora estivesse ajoelhando-se perante a eterna Majestade de Deus nas alturas. Mas Deus conhece nosso coração e não permite que obedeçamos à sua ordem de ser humilde somente com um gesto exterior.
Deus pode usar pessoas que achamos não ser dignas de engraxar nosso sapato, e, no entanto, numa determinada situação, ele pode querer que nos humilhemos mansamente e aceitemos aquilo que elas fizeram conosco. Com esse espírito de mansidão, estaremos humilhando-nos debaixo da potente mão de Deus.
Vamos recordar o exemplo de nosso Salvador, cruelmente fustigado e ferido pelos chicotes. Aquelas chicotadas não foram dadas por um arcanjo, mas pelas mãos de um soldado romano, pagão. Todo aquele sofrimento que ele suportou foi-lhe infligido por homens ímpios, maus, blasfemos, de boca suja, que não eram dignos de limpar a poeira da sola do sapato dele, e não por multidões das hostes celestiais. Mas Jesus, voluntariamente, se humilhou debaixo das mãos dos homens, e assim fazendo, humilhou-se também sob a mão de Deus.
Submeter-se, mas não fazer concessões
Muitas vezes os crentes indagam: “Mas então tenho que me humilhar e aceitar mansamente todas as situações da vida? ”
Em minha opinião, a resposta para isso é a seguinte: como crentes, para nos humilharmos, não devemos transgredir as leis morais nem falsear a verdade.
Se para nos humilharmos tivermos que fazer concessões à verdade, não devemos humilhar-nos. O mesmo se aplica quando se trata de transgredir as leis morais. Estou certo de que Deus não exige que ninguém se humilhe moralmente ou falseando a verdade. Mas temos uma orientação de Deus para nos humilharmos debaixo de sua potente mão – e que os outros atirem a primeira pedra!
Mas nessa orientação que Deus dá a seu povo para que se humilhe, ele faz uma promessa, a de que “em tempo oportuno” ele nos exaltará! “Tempo oportuno”. Acredito que isso se refere a uma ocasião adequada em todos os aspectos. Será a hora que Deus sabe ser a melhor para nós, para nosso aperfeiçoamento, uma hora em que seu nome receberá toda a glória, e que resultará em bem para outros. Esse é o “tempo oportuno”.
É possível que Deus, em sua vontade, queira que esperemos um longo tempo antes de sermos exaltados. Ele poderá deixar que trabalhemos muito tempo, em humildade e sujeição, antes de nos honrar, porque ainda não é o “tempo oportuno”, não é o tempo dele.
Irmão, Deus sabe o que é melhor para cada um de nós, no seu plano de transformar-nos em crentes que irão glorifica-lo e honrá-lo em todas as coisas.
Muitos de nós prejudicamos nossos filhos concedendo-lhes coisas que não deveríamos dar: ensinando-os a dirigir antes que tenham a idade certa; dando-lhes muito dinheiro antes que saibam o valor dele; dando-lhes liberdade excessiva antes que eles saibam o que é ter responsabilidade e maturidade. Fazemos isso por causa de uma afeição mal aplicada, mas essas coisas prejudicam nossos filhos. Retribuir uma pessoa por coisas que não fez por merecer certamente resultará em prejuízo para ela.
Assim também, se Deus vier prontamente em nossa defesa, antes que tenhamos passado pelo fogo, isso redundará em prejuízo para nós.
A hora de Deus é a melhor
Estamos vendo aqui uma verdade bíblica, e não uma ficção criada por homens. Se a história de Daniel fosse escrita por um autor de ficção moderna, ele procuraria proteger o profeta. É possível que na hora em que ele fosse lançado na cova dos leões, todos ouviriam uma voz do céu bradando algo, e aqueles animais cairiam mortos.
Mas o que foi que aconteceu realmente?
Deus permitiu que os inimigos de Daniel o jogassem na cova dos leões e que ele passasse a noite ali, porque o “tempo oportuno” de Deus para Daniel era na manhã seguinte, e não na noite anterior.
Gostaria de ver também como os escritores de ficção hoje tratariam a história dos três hebreus que foram lançados na fornalha ardente. Provavelmente escreveriam todo um romance com aquele fato! Eles teriam que inventar um artifício humano, dramático, para apagar aquele fogo pouco antes de os três rapazes serem lançados na fornalha, mas isso seria apagar o fogo antes da hora! Para que a vontade de Deus fosse feita, e ele fosse glorificado em tempo oportuno, aqueles moços tinham que entrar no fogo e passar a noite ali o tempo oportuno era pela manhã.
Deus disse que nos exaltará em tempo oportuno, mas lembremos que ele está falando de sua hora, não da nossa.
É possível que alguns leitores estejam nesse momento passando por uma fornalha ardente. Talvez estejam passando por uma provação espiritual. Pode ser que o pastor não saiba de nada, nem as outras pessoas, mas você pode estar orando a Deus e perguntando: “Senhor, por que não me tiras daqui? ”
É que, pelos planos de Deus, ainda não é o “tempo oportuno”. Assim que você tiver passado pelo fogo, Deus o libertará disso, e não haverá cheiro de fumaça em sua roupa, e você não terá sofrido dano algum. O único dano que pode haver decorrerá de você insistir em que Deus o retire da provação antes da hora por ele planejada.
Deus prometeu exaltar-nos no momento oportuno, e ele sempre cumpre as promessas que faz a seu povo.
Nós, os filhos de Deus, sempre podemos esperar. Quando um filho de Deus está no centro da vontade de Deus, ele não precisa preocupar-se com o tempo. O pecador, sim, ele não tem tempo. Terá que apressar-se, ou então irá para o inferno. Mas o crente, não; o crente tem à sua frente uma eternidade de bênçãos.
Então, se você estiver numa fornalha, não queira sair dela antes da hora. Espere pela vontade de Deus, e ele o exaltará no tempo oportuno ¾ o momento certo para as circunstâncias. Será uma hora certa, determinada por Deus, com o propósito de glorificá-lo, e edificar seu espírito.
Uma das maiores fraquezas que nós, os crentes, temos, é a de querer tudo acertado antes que a provação termine. Deus já disse que ele deseja testar-nos e pôr-nos à prova, e que depois que a provação terminar ele mesmo dará o veredito: “Provado e achado sem falta! ”
Eu só peço a Deus que, nesta época em que aguardamos o retorno de Cristo, todos nós possamos conduzir-nos como filhos dele, como crentes cheios de fé. Paulo disse que, quando Jesus veio ao mundo, veio na plenitude dos tempos era a hora determinada por Deus para que ele viesse e morresse pelos nossos pecados.
E Pedro afirma que Deus nos exaltará em “tempo oportuno”, referindo-se ao fato de que Jesus vai voltar à terra no tempo determinado por Deus. O desejo de Deus para nós, nesses dias, é que vivamos em sujeição uns aos outros, em humildade, preparando-nos para a volta de seu Filho, que será exaltado juntamente com seus filhos!
DIFERENÇA COM SABEDORIA
Fala com sabedoria, e a instrução da bondade está na sua língua”
Provérbios 31.26
A Palavra de Deus afirma que a mulher sábia edifica a sua casa mas
na prática essa realidade é muita das vezes bem diferente.
A mulher edifica quando consegue reverter uma situação perdida aos olhos humanos, nunca perde a esperança em sua vida e por isso nunca vê ninguém como caso perdido!
Ela é diferente pois faz o que ninguém em seu lugar faria! Por isso Deus não consegue achar em mais ninguém o que encontra nela!
Ela é usada por Deus como ninguém!!!
Ele pode usá-la como quiser pois nunca ela vai pelo o que
as pessoas dizem e sim o que é certo a fazer!
Não confunda jamais conhecimento com sabedoria.
Um o ajuda a ganhar a vida; o outro a construir uma vida.”
(Sandra Carey)
Provérbios 31.26
A Palavra de Deus afirma que a mulher sábia edifica a sua casa mas
na prática essa realidade é muita das vezes bem diferente.
A mulher edifica quando consegue reverter uma situação perdida aos olhos humanos, nunca perde a esperança em sua vida e por isso nunca vê ninguém como caso perdido!
Ela é diferente pois faz o que ninguém em seu lugar faria! Por isso Deus não consegue achar em mais ninguém o que encontra nela!
Ela é usada por Deus como ninguém!!!
Ele pode usá-la como quiser pois nunca ela vai pelo o que
as pessoas dizem e sim o que é certo a fazer!
Não confunda jamais conhecimento com sabedoria.
Um o ajuda a ganhar a vida; o outro a construir uma vida.”
(Sandra Carey)
FORÇA PARA O DIA - DEVOCIONAL JOHN MACARTHUR
RESOLVENDO O MAIOR PROBLEMA DO HOMEM
[…] Perdoa-nos as nossas dívidas (Mateus 6:12).
O perdão remove a culpa, a penalidade do pecado e restaura a intimidade com Deus.
O maior problema do homem é o pecado. Tornou-o espiritualmente morto, alienado de Deus e do seu próximo, atormentado com culpa e medo, e pode eventualmente condená-lo ao inferno eterno. A única solução é o perdão – e a única fonte de perdão é Jesus Cristo.
Todo pecado é punido com a morte (Romanos 6:23), mas Cristo levou os pecados do “mundo”, tornando possível ser perdoado e ter a vida eterna através da fé Nele (João 3:16). Que realidade gloriosa!
As Escrituras falam de dois tipos de perdão: judicial e parental. O perdão judicial vem de Deus, o juiz justo, que apaga o seu pecado e o liberta da punição e da culpa. No momento em que foi salvo, Ele perdoou todos os seus pecados – passado, presente e futuro – e o declarou justo por toda a eternidade. É por isso que nada pode separar você do amor de Cristo (Romanos 8:38-39).
O perdão dos crentes é concedido por seu amoroso Pai celestial, quando eles confessam seus pecados e buscam a purificação. Esse é o tipo de perdão que Jesus fala em Mateus 6:12.
Quando uma criança desobedece ao pai, a relação pai/filho não é rompida. A criança ainda é um membro da família e há um sentido em que ela já é perdoada: está sob o guarda-chuva do amor paterno de seu pai. Mas parte da intimidade do seu relacionamento é perdida até que a criança busque o perdão.
Essa é a ideia em Mateus 6:12. Os pecados que você comete como um crente não roubam sua salvação, mas afetam seu relacionamento com Deus. Ele ainda te ama e sempre será seu Pai, mas a intimidade e a doce comunhão que você experimentou ficam comprometidas até que você busque a reconciliação, confessando seus pecados.
Como cristão, você é judicialmente perdoado e nunca entrará em condenação. Mas nunca abuse dessa graça. Faça da confissão parte de suas orações diárias, para que o pecado nunca interrompa seu relacionamento com o Pai Celestial.
Sugestão para oração
Agradeça a Deus pelo Seu perdão judicial de todos os seus pecados. Peça a Deus para ajudá-lo a manter a alegria de seu relacionamento com Ele, lidando rapidamente com qualquer pecado que porventura apareça em sua vida.
Estudo adicional
Leia o Salmo 32:1-7.
Como Davi se sentiu sobre o perdão? O que aconteceu com Davi antes de ele confessar o seu pecado?
[…] Perdoa-nos as nossas dívidas (Mateus 6:12).
O perdão remove a culpa, a penalidade do pecado e restaura a intimidade com Deus.
O maior problema do homem é o pecado. Tornou-o espiritualmente morto, alienado de Deus e do seu próximo, atormentado com culpa e medo, e pode eventualmente condená-lo ao inferno eterno. A única solução é o perdão – e a única fonte de perdão é Jesus Cristo.
Todo pecado é punido com a morte (Romanos 6:23), mas Cristo levou os pecados do “mundo”, tornando possível ser perdoado e ter a vida eterna através da fé Nele (João 3:16). Que realidade gloriosa!
As Escrituras falam de dois tipos de perdão: judicial e parental. O perdão judicial vem de Deus, o juiz justo, que apaga o seu pecado e o liberta da punição e da culpa. No momento em que foi salvo, Ele perdoou todos os seus pecados – passado, presente e futuro – e o declarou justo por toda a eternidade. É por isso que nada pode separar você do amor de Cristo (Romanos 8:38-39).
O perdão dos crentes é concedido por seu amoroso Pai celestial, quando eles confessam seus pecados e buscam a purificação. Esse é o tipo de perdão que Jesus fala em Mateus 6:12.
Quando uma criança desobedece ao pai, a relação pai/filho não é rompida. A criança ainda é um membro da família e há um sentido em que ela já é perdoada: está sob o guarda-chuva do amor paterno de seu pai. Mas parte da intimidade do seu relacionamento é perdida até que a criança busque o perdão.
Essa é a ideia em Mateus 6:12. Os pecados que você comete como um crente não roubam sua salvação, mas afetam seu relacionamento com Deus. Ele ainda te ama e sempre será seu Pai, mas a intimidade e a doce comunhão que você experimentou ficam comprometidas até que você busque a reconciliação, confessando seus pecados.
Como cristão, você é judicialmente perdoado e nunca entrará em condenação. Mas nunca abuse dessa graça. Faça da confissão parte de suas orações diárias, para que o pecado nunca interrompa seu relacionamento com o Pai Celestial.
Sugestão para oração
Agradeça a Deus pelo Seu perdão judicial de todos os seus pecados. Peça a Deus para ajudá-lo a manter a alegria de seu relacionamento com Ele, lidando rapidamente com qualquer pecado que porventura apareça em sua vida.
Estudo adicional
Leia o Salmo 32:1-7.
Como Davi se sentiu sobre o perdão? O que aconteceu com Davi antes de ele confessar o seu pecado?
Devocional Alegria Inabalável - John Piper
MESSIAS PARA OS MAGOS
Versículo do dia: Tendo Jesus nascido em Belém da Judéia, em dias do rei Herodes, eis que vieram uns magos do Oriente a Jerusalém. E perguntavam: Onde está o recém-nascido Rei dos judeus? (Mateus 2.1-2)
Ao contrário de Lucas, Mateus não nos fala sobre os pastores que vêm visitar Jesus no estábulo. Seu foco é imediatamente sobre os estrangeiros que vêm do Oriente para adorar a Jesus.
Assim sendo, Mateus retrata Jesus no início e no fim do seu evangelho como um Messias universal para as nações, não apenas para os judeus.
Aqui, os primeiros adoradores são magos da corte, astrólogos ou sábios, que não vinham de Israel, mas do Oriente — talvez da Babilônia. Eles eram gentios. Imundos.
E no fim de Mateus, as últimas palavras de Jesus são: “Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações” (Mateus 28.18-19).
Isso não apenas abriu a porta para que nós, gentios, nos alegrássemos no Messias, como também acrescentou prova de que Jesus era o Messias. Pois uma das profecias repetidas era que as nações e os reis, de fato, viriam a ele como o governador do mundo. Por exemplo, Isaías 60.3: “As nações se encaminham para a tua luz, e os reis, para o resplendor que te nasceu”.
Desse modo, Mateus acrescenta provas à messianidade de Jesus e demonstra que ele é o Messias — um Rei e Cumpridor da Promessa — para todas as nações, não apenas para Israel.
Versículo do dia: Tendo Jesus nascido em Belém da Judéia, em dias do rei Herodes, eis que vieram uns magos do Oriente a Jerusalém. E perguntavam: Onde está o recém-nascido Rei dos judeus? (Mateus 2.1-2)
Ao contrário de Lucas, Mateus não nos fala sobre os pastores que vêm visitar Jesus no estábulo. Seu foco é imediatamente sobre os estrangeiros que vêm do Oriente para adorar a Jesus.
Assim sendo, Mateus retrata Jesus no início e no fim do seu evangelho como um Messias universal para as nações, não apenas para os judeus.
Aqui, os primeiros adoradores são magos da corte, astrólogos ou sábios, que não vinham de Israel, mas do Oriente — talvez da Babilônia. Eles eram gentios. Imundos.
E no fim de Mateus, as últimas palavras de Jesus são: “Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações” (Mateus 28.18-19).
Isso não apenas abriu a porta para que nós, gentios, nos alegrássemos no Messias, como também acrescentou prova de que Jesus era o Messias. Pois uma das profecias repetidas era que as nações e os reis, de fato, viriam a ele como o governador do mundo. Por exemplo, Isaías 60.3: “As nações se encaminham para a tua luz, e os reis, para o resplendor que te nasceu”.
Desse modo, Mateus acrescenta provas à messianidade de Jesus e demonstra que ele é o Messias — um Rei e Cumpridor da Promessa — para todas as nações, não apenas para Israel.
Devocional Do Dia - Charles Spurgeon
Versículo do dia: Deus escolheu as coisas humildes do mundo. (1Coríntios 1.28)
Ande pelas ruas da cidade à noite, se você ousar, e verá pecadores. Observe quando as trevas da noite chegam, o vento sopra, e o assaltante esconde-se na entrada e você verá pecadores. Vá à cadeia, e ande pelos corredores; você observará homens com faces ameaçadoras, homens que você não gostaria de encontrar à noite, e encontrará pecadores. Vá aos reformatórios, e observe aqueles que revelaram uma desenfreada depravação juvenil, e verá pecadores lá. Vá a lugares remotos onde encontrará homens primitivos, e lá haverá um pecador. Vá aonde você quiser; não terá necessidade de explorar o mundo para encontrar pecadores, pois eles são muito comuns. Você pode encontrá-los em todas as ruas de todas as cidades, vilas ou bairros. Foi por eles que Jesus morreu. Se você encontrasse o espécime mais cruel da raça humana, eu ainda teria esperança a respeito dele, porque Jesus “veio buscar e salvar o perdido” (Lucas 19.10). O amor eletivo escolheu alguns dos piores para serem tornados os melhores. Seixos do ribeiro da Graça tornam-se em jóias para a coroa real. O Senhor Jesus transforma a escória indigna em ouro puro. O amor redentor separou muitos dos piores homens para serem a recompensa da paixão de nosso Senhor. A graça eficaz chama muitos dos piores homens para assentarem-se à mesa da misericórdia. Portanto, ninguém deve sentir-se desesperado. Leitor, existe um amor que brota dos olhos lacrimejantes de Jesus e um amor que jorra daquelas feridas sangrentas. Por esse amor fiel, esse amor forte, esse amor puro e tolerante; por esse amor do Salvador, nós o exortamos a não voltar atrás, como se não houvesse nada para você. Creia em Jesus e você será salvo. Confie-Lhe a sua alma, e Ele o trará à presença de Deus na glória eterna.
Ande pelas ruas da cidade à noite, se você ousar, e verá pecadores. Observe quando as trevas da noite chegam, o vento sopra, e o assaltante esconde-se na entrada e você verá pecadores. Vá à cadeia, e ande pelos corredores; você observará homens com faces ameaçadoras, homens que você não gostaria de encontrar à noite, e encontrará pecadores. Vá aos reformatórios, e observe aqueles que revelaram uma desenfreada depravação juvenil, e verá pecadores lá. Vá a lugares remotos onde encontrará homens primitivos, e lá haverá um pecador. Vá aonde você quiser; não terá necessidade de explorar o mundo para encontrar pecadores, pois eles são muito comuns. Você pode encontrá-los em todas as ruas de todas as cidades, vilas ou bairros. Foi por eles que Jesus morreu. Se você encontrasse o espécime mais cruel da raça humana, eu ainda teria esperança a respeito dele, porque Jesus “veio buscar e salvar o perdido” (Lucas 19.10). O amor eletivo escolheu alguns dos piores para serem tornados os melhores. Seixos do ribeiro da Graça tornam-se em jóias para a coroa real. O Senhor Jesus transforma a escória indigna em ouro puro. O amor redentor separou muitos dos piores homens para serem a recompensa da paixão de nosso Senhor. A graça eficaz chama muitos dos piores homens para assentarem-se à mesa da misericórdia. Portanto, ninguém deve sentir-se desesperado. Leitor, existe um amor que brota dos olhos lacrimejantes de Jesus e um amor que jorra daquelas feridas sangrentas. Por esse amor fiel, esse amor forte, esse amor puro e tolerante; por esse amor do Salvador, nós o exortamos a não voltar atrás, como se não houvesse nada para você. Creia em Jesus e você será salvo. Confie-Lhe a sua alma, e Ele o trará à presença de Deus na glória eterna.
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