REJEITANDO A ORAÇÃO EGOCÊNTRICA
[…] Venha o teu Reino (Mateus 6:10).
Entregue sua vontade ao governo soberano de Cristo.
A tentativa de explicar tudo o que está envolvido na frase “Venha o teu reino” é como uma criança de pé em uma praia que tentasse recolher todo o oceano em um pequeno balde. Somente na eternidade entenderemos tudo o que ela abrange. Mas o poema de Frances Havergal, “His Coming to Glory” [Ele virá em glória], de um hino do século XIX, capta sua essência:
Oh, que alegria de te ver reinar,
Tu, meu amado Senhor!
Toda língua confessando Teu nome,
Adoração, honra, glória, bênção
Trazidas a Ti com um feliz acordo;
Tu, meu mestre e meu amigo,
Vindicado e entronado;
Até o fim mais remoto da Terra
Glorificado, adorado e reconhecido.
O Salmo 2:6-8 reflete a alegria do Pai naquele grande dia: “Eu constituí o meu Rei sobre o meu santo monte Sião.” O rei diz: “Proclamarei o decreto do SENHOR. Ele me disse: ‘Você é meu Filho, hoje eu gerei você. Peça, e eu lhe darei as nações por herança e as extremidades da terra por sua possessão”. Deus dará os reinos do mundo ao Seu Filho, que reinará como Rei dos reis e Senhor dos senhores (Apocalipse 19:16).
Com essa promessa em mente, não faça da oração uma oportunidade para informar a Deus sobre seus planos pessoais, buscando a ajuda dEle para cumpri-los. Em vez disso, ore “Venha o teu reino”, que é um pedido para que Cristo reine. Em seu sentido mais pleno, é uma afirmação de que você está disposto a abandonar o governo de sua própria vida, para que o Espírito Santo possa usá-lo para promover o reino da maneira que Ele escolher.
Esse tipo de oração pode ser difícil porque tendemos a nos preocupar com nós mesmos. Mas concentre-se em adaptar suas orações aos propósitos de Deus. Então, você será assegurado de que está orando de acordo com a vontade dEle.
Sugestão para oração
Louve a Deus pela esperança do reino futuro de Cristo na terra.
Peça-o para usá-lo hoje como um representante do Seu reino.
Estudo adicional
De acordo com Efésios 4:17; 5:5, como os cidadãos do reino de Cristo devem se comportar?
Semeando o Evangelho
Semear a Verdade e o Amor de Deus
quarta-feira, 5 de dezembro de 2018
Devocional Alegria Inabalável - John Piper
PARA OS PEQUENINOS DE DEUS
Versículo do dia: Naqueles dias, foi publicado um decreto de César Augusto, convocando toda a população do império para recensear-se. Este, o primeiro recenseamento, foi feito quando Quirino era governador da Síria. Todos iam alistar-se, cada um à sua própria cidade. José também subiu da Galiléia, da cidade de Nazaré, para a Judéia, à cidade de Davi, chamada Belém, por ser ele da casa e família de Davi, a fim de alistar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida. (Lucas 2.1-5)
Você já pensou que coisa maravilhosa é que Deus tenha ordenado de antemão que o Messias nascesse em Belém (como mostra a profecia em Miquéias 5); e que ele ordenou tudo de tal modo que, quando chegou o tempo, a mãe e o pai (segundo a lei) do Messias estavam vivendo em Nazaré; e que para cumprir a sua palavra e levar duas pequenas pessoas a Belém nesse primeiro natal, Deus colocou no coração de César Augusto que todo o mundo romano deveria ser recenseado, cada um em sua própria cidade?
Como eu, você já se sentiu pequeno e insignificante num mundo de sete bilhões de pessoas, onde todas as notícias são sobre grandes movimentos políticos, econômicos e sociais e sobre pessoas ilustres com muito poder e prestígio?
Se você já se sentiu assim, não permita que isso o deixe desanimado ou infeliz. Pois está implícito na Escritura que todas as grandes forças políticas e todos os gigantescos complexos industriais, sem que saibam, estão sendo guiados por Deus, não por causa deles mesmos, mas por causa do pequeno povo de Deus — como a pequena Maria e o pequeno José que precisavam ser levados de Nazaré para Belém. Deus governa um império para abençoar os seus filhos.
Não pense que, por você experimentar a adversidade, a mão do Senhor está encurtada. Não é a nossa prosperidade, mas a nossa santidade que Deus busca com todo o seu coração. E para essa finalidade, ele governa o mundo inteiro. Como diz Provérbios 21.1: “Como ribeiros de águas assim é o coração do rei na mão do SENHOR; este, segundo o seu querer, o inclina”.
Ele é um Deus grande para pessoas pequenas, e temos grande motivo para nos alegrar que, sem que saibam, todos os reis, presidentes, primeiros-ministros e chanceleres do mundo cumprem os decretos soberanos do nosso Pai celestial, para que nós, os filhos, sejamos conformados à imagem do seu Filho, Jesus Cristo.
Versículo do dia: Naqueles dias, foi publicado um decreto de César Augusto, convocando toda a população do império para recensear-se. Este, o primeiro recenseamento, foi feito quando Quirino era governador da Síria. Todos iam alistar-se, cada um à sua própria cidade. José também subiu da Galiléia, da cidade de Nazaré, para a Judéia, à cidade de Davi, chamada Belém, por ser ele da casa e família de Davi, a fim de alistar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida. (Lucas 2.1-5)
Você já pensou que coisa maravilhosa é que Deus tenha ordenado de antemão que o Messias nascesse em Belém (como mostra a profecia em Miquéias 5); e que ele ordenou tudo de tal modo que, quando chegou o tempo, a mãe e o pai (segundo a lei) do Messias estavam vivendo em Nazaré; e que para cumprir a sua palavra e levar duas pequenas pessoas a Belém nesse primeiro natal, Deus colocou no coração de César Augusto que todo o mundo romano deveria ser recenseado, cada um em sua própria cidade?
Como eu, você já se sentiu pequeno e insignificante num mundo de sete bilhões de pessoas, onde todas as notícias são sobre grandes movimentos políticos, econômicos e sociais e sobre pessoas ilustres com muito poder e prestígio?
Se você já se sentiu assim, não permita que isso o deixe desanimado ou infeliz. Pois está implícito na Escritura que todas as grandes forças políticas e todos os gigantescos complexos industriais, sem que saibam, estão sendo guiados por Deus, não por causa deles mesmos, mas por causa do pequeno povo de Deus — como a pequena Maria e o pequeno José que precisavam ser levados de Nazaré para Belém. Deus governa um império para abençoar os seus filhos.
Não pense que, por você experimentar a adversidade, a mão do Senhor está encurtada. Não é a nossa prosperidade, mas a nossa santidade que Deus busca com todo o seu coração. E para essa finalidade, ele governa o mundo inteiro. Como diz Provérbios 21.1: “Como ribeiros de águas assim é o coração do rei na mão do SENHOR; este, segundo o seu querer, o inclina”.
Ele é um Deus grande para pessoas pequenas, e temos grande motivo para nos alegrar que, sem que saibam, todos os reis, presidentes, primeiros-ministros e chanceleres do mundo cumprem os decretos soberanos do nosso Pai celestial, para que nós, os filhos, sejamos conformados à imagem do seu Filho, Jesus Cristo.
Devocional Do Dia - Charles Spurgeon
Versículo do dia: Tenho muito povo nesta cidade. (Atos 18.10)
Estas palavras devem ser um grande estímulo para tentar mos fazer o que é bom, visto que o Senhor tem, entre os mais vis dos ímpios, os mais réprobos, os mais devassos e bêbados, pessoas que têm de ser salvas. Quando você leva até elas a Palavra, faz isso por que Deus lhe ordenou ser o mensageiro de vida para aquelas almas, e elas devem recebê-la, pois assim sendo o decreto de predestinação corre. Elas são redimidas pelo sangue de Cristo, assim como os santos que agora estão diante do trono eterno. Elas são propriedade de Cristo, apesar de, tal vez, ainda serem pessoas que amam os bares e odeiam a santidade. Se Jesus Cristo as comprou, elas serão dEle. Deus não é infiel a ponto de esquecer o preço que o seu Filho pagou. Ele não suportará que o sacrifício vicário de Jesus seja algo ineficaz, inútil. Milhares e milhares de redimidos ainda não estão regenerados, mas eles têm de ser regenerados. Este é o nosso consolo quando procuramos alcançá-los com a Palavra vivificadora. Ainda mais, Cristo ora, diante do trono, por estes ímpios. “Não rogo somente por estes”, disse o grande Intercessor, “mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra” (João 17.20) . Almas pobres e ignorantes, que não sabem nada a respeito da oração em favor delas mesmas – o Senhor Jesus orou por elas. Os nomes delas se encontram na estola sacerdotal dEle; e, em breve, elas terão de curvar os joelhos rebeldes, suspirando palavras de arrependimento perante o trono da graça. “Não [é] tempo de figos” (Marcos 11.13). O momento predestinado não encalhou; quando ele chegar, elas obedecerão, pois Deus terá aqueles que são dEle mesmo. Elas terão de obedecer, pois o Espírito Santo não será resistido quando vier com plenitude de poder. “Apresentar-se-á voluntariamente o teu povo, no dia do teu poder” (Salmos 110.3). “Ele verá o fruto do penoso trabalho de sua alma e… justificará a muitos” (Isaías 53.11). “Eu lhe darei muitos como a sua parte, e com os poderosos repartirá ele o despojo” (Isaías 53.12).
Estas palavras devem ser um grande estímulo para tentar mos fazer o que é bom, visto que o Senhor tem, entre os mais vis dos ímpios, os mais réprobos, os mais devassos e bêbados, pessoas que têm de ser salvas. Quando você leva até elas a Palavra, faz isso por que Deus lhe ordenou ser o mensageiro de vida para aquelas almas, e elas devem recebê-la, pois assim sendo o decreto de predestinação corre. Elas são redimidas pelo sangue de Cristo, assim como os santos que agora estão diante do trono eterno. Elas são propriedade de Cristo, apesar de, tal vez, ainda serem pessoas que amam os bares e odeiam a santidade. Se Jesus Cristo as comprou, elas serão dEle. Deus não é infiel a ponto de esquecer o preço que o seu Filho pagou. Ele não suportará que o sacrifício vicário de Jesus seja algo ineficaz, inútil. Milhares e milhares de redimidos ainda não estão regenerados, mas eles têm de ser regenerados. Este é o nosso consolo quando procuramos alcançá-los com a Palavra vivificadora. Ainda mais, Cristo ora, diante do trono, por estes ímpios. “Não rogo somente por estes”, disse o grande Intercessor, “mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra” (João 17.20) . Almas pobres e ignorantes, que não sabem nada a respeito da oração em favor delas mesmas – o Senhor Jesus orou por elas. Os nomes delas se encontram na estola sacerdotal dEle; e, em breve, elas terão de curvar os joelhos rebeldes, suspirando palavras de arrependimento perante o trono da graça. “Não [é] tempo de figos” (Marcos 11.13). O momento predestinado não encalhou; quando ele chegar, elas obedecerão, pois Deus terá aqueles que são dEle mesmo. Elas terão de obedecer, pois o Espírito Santo não será resistido quando vier com plenitude de poder. “Apresentar-se-á voluntariamente o teu povo, no dia do teu poder” (Salmos 110.3). “Ele verá o fruto do penoso trabalho de sua alma e… justificará a muitos” (Isaías 53.11). “Eu lhe darei muitos como a sua parte, e com os poderosos repartirá ele o despojo” (Isaías 53.12).
terça-feira, 4 de dezembro de 2018
A MELHOR FORMA DE VIVER A VIDA
Por Tim Brister
Existe uma opinião popular de que o Cristianismo é uma religião de proibições. Para muitos, o maior obstáculo para se tornar um cristão tem a ver com as restrições à sua liberdade para viver “sua melhor vida agora”. O Cristianismo impediria esse tipo de vida por ser uma religião de “nãos”. Não se divirta. Não aja como certas pessoas. Não viva de certa forma. Não vá a certos lugares. Não isso e não aquilo. Em resumo, os de fora do Cristianismo sentem como se fosse uma nuvem em seu dia ensolarado, um proverbial “não” para cada “sim”.
Para ser franco, Deus resumiu os distintivos de Seu povo do pacto no negativo nos Dez Mandamentos (“Não terás outros deuses diante de mim; Não tomarás o nome do SENHOR, teu Deus, em vão; Não furtarás; Não dirás falso testemunho; Não cobiçarás; etc). Devemos entender a vontade revelada de Deus para Seu povo como uma série de baldes de água fria altamente restritivos?
Nesse ponto, é instrutivo aprender como Jesus entendia e interpretava o que Deus queria ao dar os Dez Mandamentos ao Seu povo. Quando os Fariseus e Saduceus conspiraram juntos para testar Jesus, um deles, supostamente versado na lei de Deus, perguntou a Jesus qual seria o maior mandamento de todos. Jesus respondeu: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.” (Mateus 22.37-40). A resposta que Jesus deu para os líderes religiosos é confirmado nos relatos dos outros evangelhos, incluindo um encontro particular com outro mestre da lei, em Lucas 10.25-37.
Para Jesus, os Dez Mandamentos não eram uma listra restritiva de nãos. Era uma prescrição da melhor forma de amar Deus e amar o próximo. Os quatro primeiros mandamentos dizem respeito a como amamos a Deus com todo nosso coração, alma, mente e força, e os últimos seis dizem respeito a como amamos nosso próximo como a nós mesmos. Juntos, eles trazem a promessa do tipo de shalom que nosso mundo deseja, mas não pode ter à parte de um relacionamento pactual com o Deus que nos ama tanto.
Entendidos corretamente, os Dez Mandamentos são a forma de Deus nos mostrar a melhor forma de viver, assim como a melhor forma de amar. Enquanto a Lei nunca poderá justificar um homem prante Deus, isso não significa que a Lei é má. De fato, Geerhardus Vos nos explica que Deus deu a lei, em parte, para que homem viva uma vida de santa alegria. A base dessa explicação vem da afirmação de Jesus de que “O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado”. O Sábado foi criado para o benefício do homem. Jesus disse que Seu povo foi chamado para viver uma vida de amor, e essa vida amorosa é manifesta pela forma com que cumprimos Seus mandamentos. Como o Apóstolo João afirma: “E o amor é este: que andemos segundo os seus mandamentos. Este mandamento, como ouvistes desde o princípio, é que andeis nesse amor” (2 João 1.6). Deus não está nos restringindo ao nos dar seus mandamentos, Ele está nos apontando para o caminho da justiça por amor de Seu nome. Está nos levando para calmas águas. Está restaurando nossa alma. Está sendo nosso Pastor, e porque descobrimos Sua bondade e misericórdia ao nos governar, não deveríamos desejar qualquer outra vida.
Em Sua bondade, Deus não apenas nos revelou o que o agrada, mas também nos revelou o caminho de vida aonde há plenitude de alegria. Não há alegria no assassinato, roubo, falso testemunho e cobiça. Não há vida nos ídolos e na adoração dos falsos deuses que o mundo coloca à nossa frente. Esse mundo e suas paixões são passageiras, mas aquele que cumpre a vontade Deus (isto é, obedece aos Seus mandamentos) vive para sempre (1 João 2.17).
Ironicamente, os próprios “nãos” que os não crentes apresentam como objeções à sua liberdade e prazer no mundo demonstram os maiores e mais verdadeiros prazeres e liberdades encontrados no conhecimento de Deus e no cumprimento de Sua vontade. Deus não é contra a sua liberdade. Ele é favorável a ela o bastante para comprá-la pelo preço de Seu próprio filho. Deus não é contra seu prazer. Ele é favorável o suficiente para colocar a maldição do pecado sobre a única pessoa que o agradou completamente para que pudéssemos conhecer o prazer da salvação e as riquezas de sua amável aceitação.
Jesus disse que o mundo saberia quem são Seus discípulos pela forma com que amamos uns aos outros (João 13.34-35). O mundo irá ver esse amor em uma comunidade do pacto que vive sob o governo do Rei Jesus, que nos mostrou que os Dez Mandamentos não são realmente restrições, mas brilhantes facetas do diamante de Seu amor. Mostremos ao mundo qual é verdadeiramente a melhor forma de viver, e a melhor forma de viver como aqueles que são verdadeiramente livres.
Existe uma opinião popular de que o Cristianismo é uma religião de proibições. Para muitos, o maior obstáculo para se tornar um cristão tem a ver com as restrições à sua liberdade para viver “sua melhor vida agora”. O Cristianismo impediria esse tipo de vida por ser uma religião de “nãos”. Não se divirta. Não aja como certas pessoas. Não viva de certa forma. Não vá a certos lugares. Não isso e não aquilo. Em resumo, os de fora do Cristianismo sentem como se fosse uma nuvem em seu dia ensolarado, um proverbial “não” para cada “sim”.
Para ser franco, Deus resumiu os distintivos de Seu povo do pacto no negativo nos Dez Mandamentos (“Não terás outros deuses diante de mim; Não tomarás o nome do SENHOR, teu Deus, em vão; Não furtarás; Não dirás falso testemunho; Não cobiçarás; etc). Devemos entender a vontade revelada de Deus para Seu povo como uma série de baldes de água fria altamente restritivos?
Nesse ponto, é instrutivo aprender como Jesus entendia e interpretava o que Deus queria ao dar os Dez Mandamentos ao Seu povo. Quando os Fariseus e Saduceus conspiraram juntos para testar Jesus, um deles, supostamente versado na lei de Deus, perguntou a Jesus qual seria o maior mandamento de todos. Jesus respondeu: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.” (Mateus 22.37-40). A resposta que Jesus deu para os líderes religiosos é confirmado nos relatos dos outros evangelhos, incluindo um encontro particular com outro mestre da lei, em Lucas 10.25-37.
Para Jesus, os Dez Mandamentos não eram uma listra restritiva de nãos. Era uma prescrição da melhor forma de amar Deus e amar o próximo. Os quatro primeiros mandamentos dizem respeito a como amamos a Deus com todo nosso coração, alma, mente e força, e os últimos seis dizem respeito a como amamos nosso próximo como a nós mesmos. Juntos, eles trazem a promessa do tipo de shalom que nosso mundo deseja, mas não pode ter à parte de um relacionamento pactual com o Deus que nos ama tanto.
Entendidos corretamente, os Dez Mandamentos são a forma de Deus nos mostrar a melhor forma de viver, assim como a melhor forma de amar. Enquanto a Lei nunca poderá justificar um homem prante Deus, isso não significa que a Lei é má. De fato, Geerhardus Vos nos explica que Deus deu a lei, em parte, para que homem viva uma vida de santa alegria. A base dessa explicação vem da afirmação de Jesus de que “O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado”. O Sábado foi criado para o benefício do homem. Jesus disse que Seu povo foi chamado para viver uma vida de amor, e essa vida amorosa é manifesta pela forma com que cumprimos Seus mandamentos. Como o Apóstolo João afirma: “E o amor é este: que andemos segundo os seus mandamentos. Este mandamento, como ouvistes desde o princípio, é que andeis nesse amor” (2 João 1.6). Deus não está nos restringindo ao nos dar seus mandamentos, Ele está nos apontando para o caminho da justiça por amor de Seu nome. Está nos levando para calmas águas. Está restaurando nossa alma. Está sendo nosso Pastor, e porque descobrimos Sua bondade e misericórdia ao nos governar, não deveríamos desejar qualquer outra vida.
Em Sua bondade, Deus não apenas nos revelou o que o agrada, mas também nos revelou o caminho de vida aonde há plenitude de alegria. Não há alegria no assassinato, roubo, falso testemunho e cobiça. Não há vida nos ídolos e na adoração dos falsos deuses que o mundo coloca à nossa frente. Esse mundo e suas paixões são passageiras, mas aquele que cumpre a vontade Deus (isto é, obedece aos Seus mandamentos) vive para sempre (1 João 2.17).
Ironicamente, os próprios “nãos” que os não crentes apresentam como objeções à sua liberdade e prazer no mundo demonstram os maiores e mais verdadeiros prazeres e liberdades encontrados no conhecimento de Deus e no cumprimento de Sua vontade. Deus não é contra a sua liberdade. Ele é favorável a ela o bastante para comprá-la pelo preço de Seu próprio filho. Deus não é contra seu prazer. Ele é favorável o suficiente para colocar a maldição do pecado sobre a única pessoa que o agradou completamente para que pudéssemos conhecer o prazer da salvação e as riquezas de sua amável aceitação.
Jesus disse que o mundo saberia quem são Seus discípulos pela forma com que amamos uns aos outros (João 13.34-35). O mundo irá ver esse amor em uma comunidade do pacto que vive sob o governo do Rei Jesus, que nos mostrou que os Dez Mandamentos não são realmente restrições, mas brilhantes facetas do diamante de Seu amor. Mostremos ao mundo qual é verdadeiramente a melhor forma de viver, e a melhor forma de viver como aqueles que são verdadeiramente livres.
DISCÍPULOS DA ALIENAÇÃO; OS DESCONHECIDOS DE JESUS
É espantoso o número de cristãos na internet, nas ruas, na TV e, sobretudo assustadoramente, dentro da própria igreja; Alheios, não só ao mundo exterior e as suas mazelas, ou à humanidade em pleno apelo pelo planeta, tentando entender onde vamos parar, ou compreender, como chegamos aqui, mas sim, alheios e distantes da palavra de Deus e do evangelho de Jesus Cristo.
O homem como centro do universo na era em que julga ter conquistado para si o mundo e sua vida; colocando-se como o alvo central, bem ao modo humanista (o mesmo “estilo” condenado em suas reuniões de busca de poder e unção de riquezas, na maioria das igrejas), tem de forma absurda e alienada, aprendido a se colocar como o fim; O alvo de uma vida que parece mais, uma vida de prazer do que abundante.
Há muita diferença entre uma e outra.
Não existe mais evangelismo em uma vida de testemunho (a não ser, o “financeiro”, o do carro novo…), ou o que esteja fora da TV ou de grandes eventos; O testemunho de lideres e pastores passa longe de qualquer coisa que lembre a Jesus em sua conduta junto aos seus ou ao pecador. Não há o amor; nem o pregado, nem muito menos o vivido; só o relatado como uma breve passagem para não fazer “feio”… Afinal, o homem que se torna filho, deixou de se cobrir da poeira dos pés do Mestre que trouxe a salvação, pra se tornar o filho mimado; na vida que pensa ser abundante, mas não tem passado da vida que o mundo tem como abundante.
Esta é hoje a posição do que carrega o nome de “seguidor de Jesus”; Afinal, ele é o Filho do Rei; O possuidor da vida abundante de Jesus, e outras grandes verdades, traduzidas em diversas mentiras que tem sido o sustentáculo destes “filhos” da fé que o Senhor Jesus afirma não reconhecê-los no fim, quando alegarem fazer parte do “povo eleito”…
“Para trás de mim, não vos conheço…”.
Seria no mínimo insano, não querer se dar conta de quem seriam estes presunçosos; Seriam por acaso, os que não fizeram a opção pela escolha em fazer de Jesus, o Senhor de suas vidas?
Seriam os alheios ao crescimento da igreja dentro da “visão” de alguns “Pastores” e, em que a mesma, cresce e opera segundo o mundo e a sua concupiscência?
Creio que não… Estes pobres, na maior parte, excluídos, não trazem para si o nome do Senhor em suas ações com tanta irresponsabilidade quanto os confiados “evangélicos”, seguidores da vida que almejam e não do Senhor da vida… Quase tem se tornado “senhores” de seu suposto Senhor…
Creio, sim; serem os que na escalada do crescimento do que julgam ser a forma válida, para o “avançar” da igreja, fazem crescer em suas vidas de vitórias, apenas, todo o contingente irresponsável e insano que trazem junto do nome que utilizam, sem nem ao menos, conhecerem bem o seu dono, de fato. Se o conhecessem, seriam e reagiriam como o mestre do qual tomam e envergonham o nome.
Certamente, eu e você se tivéssemos o nome usado em alguma impropriedade, teríamos a mesma reação que Ele terá.
Seu amor eterno, no entanto, espera que nos adequemos ao seu estilo… Enquanto há tempo…
O Senhor Jesus deu autoridade aos seus; Aos que criam nele. Aos que estivessem nele.
Até aí, tudo bem, não é?
Não.
Não está nada bem na igreja que revoga o seu nome, mas que anda segundo o mundo em sua busca por algo que supra suas expectativas, ou sua religiosidade que beira a idolatria.
Tudo anda mal se não é a ele, quem temos seguido.
Este é o panorama da igreja que diz ter a formula para o homem carente da graça de Deus…
Pode até ser que tenham a formula, o que tem faltado, é a prática; A prática da graça.
Se não houver em nós o mesmo sentimento que houve em Jesus Cristo, é certo que o mundo não saberá do que tanto precisa e nem saberemos o que ainda precisamos com ele aprender.
Faça um exame de sua vida como seguidor de Jesus cristo; Coloque-se à prova e pense se você o segue ou se na verdade, segue a você mesmo…
Se você é igreja, ou se simplesmente, faz parte de uma parte da sociedade que, alienada, tem pensado em tudo; menos em andar como Ele.
“… Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome?
E em teu nome não expulsamos demônios?
E em teu nome não fizemos muitas maravilhas?
E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade… ”
Matheus 7:21-23
Pense nisso.
O homem como centro do universo na era em que julga ter conquistado para si o mundo e sua vida; colocando-se como o alvo central, bem ao modo humanista (o mesmo “estilo” condenado em suas reuniões de busca de poder e unção de riquezas, na maioria das igrejas), tem de forma absurda e alienada, aprendido a se colocar como o fim; O alvo de uma vida que parece mais, uma vida de prazer do que abundante.
Há muita diferença entre uma e outra.
Não existe mais evangelismo em uma vida de testemunho (a não ser, o “financeiro”, o do carro novo…), ou o que esteja fora da TV ou de grandes eventos; O testemunho de lideres e pastores passa longe de qualquer coisa que lembre a Jesus em sua conduta junto aos seus ou ao pecador. Não há o amor; nem o pregado, nem muito menos o vivido; só o relatado como uma breve passagem para não fazer “feio”… Afinal, o homem que se torna filho, deixou de se cobrir da poeira dos pés do Mestre que trouxe a salvação, pra se tornar o filho mimado; na vida que pensa ser abundante, mas não tem passado da vida que o mundo tem como abundante.
Esta é hoje a posição do que carrega o nome de “seguidor de Jesus”; Afinal, ele é o Filho do Rei; O possuidor da vida abundante de Jesus, e outras grandes verdades, traduzidas em diversas mentiras que tem sido o sustentáculo destes “filhos” da fé que o Senhor Jesus afirma não reconhecê-los no fim, quando alegarem fazer parte do “povo eleito”…
“Para trás de mim, não vos conheço…”.
Seria no mínimo insano, não querer se dar conta de quem seriam estes presunçosos; Seriam por acaso, os que não fizeram a opção pela escolha em fazer de Jesus, o Senhor de suas vidas?
Seriam os alheios ao crescimento da igreja dentro da “visão” de alguns “Pastores” e, em que a mesma, cresce e opera segundo o mundo e a sua concupiscência?
Creio que não… Estes pobres, na maior parte, excluídos, não trazem para si o nome do Senhor em suas ações com tanta irresponsabilidade quanto os confiados “evangélicos”, seguidores da vida que almejam e não do Senhor da vida… Quase tem se tornado “senhores” de seu suposto Senhor…
Creio, sim; serem os que na escalada do crescimento do que julgam ser a forma válida, para o “avançar” da igreja, fazem crescer em suas vidas de vitórias, apenas, todo o contingente irresponsável e insano que trazem junto do nome que utilizam, sem nem ao menos, conhecerem bem o seu dono, de fato. Se o conhecessem, seriam e reagiriam como o mestre do qual tomam e envergonham o nome.
Certamente, eu e você se tivéssemos o nome usado em alguma impropriedade, teríamos a mesma reação que Ele terá.
Seu amor eterno, no entanto, espera que nos adequemos ao seu estilo… Enquanto há tempo…
O Senhor Jesus deu autoridade aos seus; Aos que criam nele. Aos que estivessem nele.
Até aí, tudo bem, não é?
Não.
Não está nada bem na igreja que revoga o seu nome, mas que anda segundo o mundo em sua busca por algo que supra suas expectativas, ou sua religiosidade que beira a idolatria.
Tudo anda mal se não é a ele, quem temos seguido.
Este é o panorama da igreja que diz ter a formula para o homem carente da graça de Deus…
Pode até ser que tenham a formula, o que tem faltado, é a prática; A prática da graça.
Se não houver em nós o mesmo sentimento que houve em Jesus Cristo, é certo que o mundo não saberá do que tanto precisa e nem saberemos o que ainda precisamos com ele aprender.
Faça um exame de sua vida como seguidor de Jesus cristo; Coloque-se à prova e pense se você o segue ou se na verdade, segue a você mesmo…
Se você é igreja, ou se simplesmente, faz parte de uma parte da sociedade que, alienada, tem pensado em tudo; menos em andar como Ele.
“… Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome?
E em teu nome não expulsamos demônios?
E em teu nome não fizemos muitas maravilhas?
E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade… ”
Matheus 7:21-23
Pense nisso.
FORÇA PARA O DIA - DEVOCIONAL JOHN MACARTHUR
ORANDO PELO GOVERNO DE CRISTO
[…] Venha o teu Reino… (Mateus 6:10).
Quando você ora – “venha o teu reino” – você está orando para que Cristo reine na Terra como Ele já reina no céu.
Quando ouvimos a palavra reino, tendemos a pensar em castelos medievais, reis, cavaleiros, entre outras coisas. Mas reino, em Mateus 6:10, é a tradução de uma palavra grega que significa “governo” ou “reinado”. Podemos traduzir a frase assim: “Venha o teu governo”. Isso dá uma visão mais clara do que Cristo quis dizer. Ele orou para que o governo de Deus fosse tão evidente na terra quanto no céu.
O reino de Deus era a questão central no ministério de Cristo. Ele proclamou o evangelho do reino (Mateus 4:23) e instruiu seus seguidores a fazer do reino uma prioridade em suas próprias vidas (Mateus 6:33). Ele disse parábolas sobre o seu caráter e valor (Mateus 13), e denunciou os escribas e os fariseus por impedir aqueles que procuravam entrar nele (Mateus 23:13). Após Sua morte e ressurreição, Jesus apareceu durante quarenta dias, dando aos discípulos instruções adicionais sobre o reino (Atos 1:2-3).
Quando oramos “venha o teu reino”, estamos orando para que o governo soberano de Cristo seja tão estabelecido na terra quanto no céu. Em certo sentido, o reino já está aqui – no coração dos crentes. Consiste na justiça, paz e alegria no Espírito Santo (Romanos 14:17). Porém, em outro sentido, o reino ainda é futuro. Em Lucas 17:21, Jesus disse: “Porque o Reino de Deus está entre vocês” (João 18:36). O rei estava presente, mas o rejeitaram. Algum dia ele voltará a estabelecer o seu reino na Terra e reinar pessoalmente sobre ele. Esse é o aspecto do reino em que oramos em Mateus 6:10.
O pecado e a rebelião agora são desenfreados, mas quando o reino (escatológico) de Cristo vier, eles serão eliminados (Apocalipse 20:7-9). Enquanto isso, o trabalho do reino continua e você tem o privilégio de promovê-lo através de suas orações e ministério. Aproveite todas as oportunidades para fazê-lo hoje e regozije-se com a certeza de que Cristo algum dia reinará vitorioso e será glorificado por toda a eternidade.
Sugestão para oração
Louve a Deus pelo futuro glorioso que te espera e a todos os crentes.
Ore com antecipação pela vinda do reino eterno de Cristo.
Estudo adicional
Leia Mateus 13: 1-52. Quais as parábolas que Jesus usou para instruir seus discípulos sobre o reino dos céus?
[…] Venha o teu Reino… (Mateus 6:10).
Quando você ora – “venha o teu reino” – você está orando para que Cristo reine na Terra como Ele já reina no céu.
Quando ouvimos a palavra reino, tendemos a pensar em castelos medievais, reis, cavaleiros, entre outras coisas. Mas reino, em Mateus 6:10, é a tradução de uma palavra grega que significa “governo” ou “reinado”. Podemos traduzir a frase assim: “Venha o teu governo”. Isso dá uma visão mais clara do que Cristo quis dizer. Ele orou para que o governo de Deus fosse tão evidente na terra quanto no céu.
O reino de Deus era a questão central no ministério de Cristo. Ele proclamou o evangelho do reino (Mateus 4:23) e instruiu seus seguidores a fazer do reino uma prioridade em suas próprias vidas (Mateus 6:33). Ele disse parábolas sobre o seu caráter e valor (Mateus 13), e denunciou os escribas e os fariseus por impedir aqueles que procuravam entrar nele (Mateus 23:13). Após Sua morte e ressurreição, Jesus apareceu durante quarenta dias, dando aos discípulos instruções adicionais sobre o reino (Atos 1:2-3).
Quando oramos “venha o teu reino”, estamos orando para que o governo soberano de Cristo seja tão estabelecido na terra quanto no céu. Em certo sentido, o reino já está aqui – no coração dos crentes. Consiste na justiça, paz e alegria no Espírito Santo (Romanos 14:17). Porém, em outro sentido, o reino ainda é futuro. Em Lucas 17:21, Jesus disse: “Porque o Reino de Deus está entre vocês” (João 18:36). O rei estava presente, mas o rejeitaram. Algum dia ele voltará a estabelecer o seu reino na Terra e reinar pessoalmente sobre ele. Esse é o aspecto do reino em que oramos em Mateus 6:10.
O pecado e a rebelião agora são desenfreados, mas quando o reino (escatológico) de Cristo vier, eles serão eliminados (Apocalipse 20:7-9). Enquanto isso, o trabalho do reino continua e você tem o privilégio de promovê-lo através de suas orações e ministério. Aproveite todas as oportunidades para fazê-lo hoje e regozije-se com a certeza de que Cristo algum dia reinará vitorioso e será glorificado por toda a eternidade.
Sugestão para oração
Louve a Deus pelo futuro glorioso que te espera e a todos os crentes.
Ore com antecipação pela vinda do reino eterno de Cristo.
Estudo adicional
Leia Mateus 13: 1-52. Quais as parábolas que Jesus usou para instruir seus discípulos sobre o reino dos céus?
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