Semeando o Evangelho

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Semear a Verdade e o Amor de Deus

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

DEUS E O RELACIONAMENTO HOMOSSEXUAL

Eis um assunto do momento, sem dúvidas: o relacionamento homossexual. Muito tem se falado a respeito, mas as abordagens feitas, especialmente pela mídia, em sua maioria, são abordagens tendenciosas, como uma reportagem feita, na qual aparecia apenas um profissional falando sobre o assunto e atendendo a mensagem que a emissora queria transmitir: a mensagem de que temos de aceitar as diferenças, de que temos que respeitar a decisão de cada um, de que quem não aceita essas diferenças é preconceituoso, quadrado, fundamentalista…

Embora a mídia esteja forçando a barra para que a sociedade aceite o relacionamento homossexual como algo normal, natural…, Deus não vê dessa forma. O homem quer provar, por meio “do conhecimento humano”, que o relacionamento homossexual é algo comum, mas segundo Deus, não é. Deus, o Criador, condena essa prática e a origem disso, na verdade, não tem a ver com condição psicológica ou fatores genéticos. Os “profissionais” estão tentando entender as causas, mas não reconhecem a origem da questão.

Querido, um dia Deus criou o homem e a mulher e disse que eles seriam um para o outro. Deus fez o homem para se relacionar com a mulher e a mulher para se relacionar com o homem, isso é bem claro: “E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra” (Gênesis 1:27,28). Ainda: “Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne” (Gênesis 2:24).

Não há nada na Bíblia que nos dê margem para acreditar que Deus, um dia, aceitaria a união de homem com homem e de mulher com mulher. A diferença entre o corpo do homem e da mulher demonstra a vontade do Senhor. O corpo de um complementa o corpo do outro, só assim podendo acontecer a geração de uma nova vida.

Alguém veio questionar comigo, dizendo que Jesus nunca havia falado sobre isso, que isso é coisa do Antigo Testamento. Jesus falou sobre a união do homem e da mulher, sim. Aliás, Ele citou o texto do Antigo Testamento: “Porém, desde o princípio da criação, Deus os fez macho e fêmea. Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á a sua mulher, e serão os dois uma só carne; e assim já não serão dois, mas uma só carne” (Marcos 10:6-8), significando que Deus continuava com a mesma ideia: relacionamento sexual é entre pessoas de sexos diferentes, homem com mulher e mulher com homem. O apóstolo Paulo também disse: “Por isso deixará o homem seu pai e sua mãe, e se unirá a sua mulher; e serão dois numa carne” (Efésios 5:31).

Deus condena o relacionamento homossexual e a Bíblia é bem clara sobre isso. Segundo as Escrituras, Deus entregou os homens “…às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus próprios corpos entre si” (Rm 1.24). Ainda diz mais: “… Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, varão com varão, cometendo torpeza…” (Rm 1.26,27). A linguagem bíblica é forte! Enquanto os seres humanos vão achando tudo normal e natural, Deus diz que homens e mulheres “mudaram o uso natural”, “deixaram o uso natural”, “cometendo torpeza”. O texto ainda diz que Deus os entregou a um sentimento perverso: “E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm” (Romanos 1:28).

Mas você pode me perguntar: “Por que Deus fez isso?”. Os versículos 21 e 22 respondem: “Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos” (Romanos 1:21,22).

Os homens não quiseram tomar conhecimento de Deus, deixando-o de lado e vivendo da forma que achavam melhor, tornaram-se loucos. Sendo assim, mostraram toda podridão que têm dentro de si. O homem sem Deus não tem limites, é louco!

O homem sem Deus não tem noção do quanto lhe desagrada, praticando tais atos ou consentindo com a sua prática. Mas a questão é que Deus continua reprovando o relacionamento homossexual, mas não deixa de amar os homossexuais. Ele continua amando todas as pessoas, mas condena essa e outras práticas. O que as pessoas dirão? Deus é homofóbico? Deus é preconceituoso? Deus é tapado? Deus é quadrado? Não vejo ninguém falando isso dEle. O Deus que condena o relacionamento homossexual é o mesmo que condena a homofobia e quer o bem de todos os homossexuais.

Nós, cristãos, devemos fazer a mesma coisa: condenar o pecado do relacionamento homossexual, mas amar os homossexuais, já que devemos amar a todos. Deus nos abençoe!

Wanderson Miranda de Almeida, escritor, autor dos livros “Gotas de Entendimento” e “Gotas de entendimento 2”, colaborador de “O Jornal Batista” e colunista do site “Adiberj”.

Devocional Alegria Inabalável - John Piper

O PRINCIPAL OBJETIVO DO MINISTÉRIO

Versículo do dia:Nós, porém, não somos dos que retrocedem para a perdição; somos, entretanto, da fé, para a conservação da alma. (Hebreus 10.39)

Não olhe para o custo temporário do amor e recue da confiança nas infinitamente superiores promessas de Deus, e você não somente perderá as promessas, mas também será destruído.

O inferno está em questão aqui, não apenas a perda de algumas recompensas adicionais. Hebreus 10.39 diz: “não somos dos que retrocedem para a perdição”. Esse é o julgamento eterno.

Continua após anúncio: 
Portanto, alertamos uns aos outros: Não retroceda. Não ame o mundo. Não comece a pensar que nada relevante está em jogo. Tema a perspectiva terrível de não estimar as promessas de Deus acima das promessas do pecado.

Porém, principalmente, devemos nos concentrar na preciosidade das promessas e nos ajudar mutuamente a valorizar acima de tudo o quão grande é a recompensa que Cristo comprou para nós. Devemos dizer uns aos outros o que Hebreus 10.35 diz: “Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão”. E, assim, devemos ajudar uns aos outros a ver a grandeza do galardão.

Eu creio que essa é a principal tarefa da pregação e o principal objetivo dos pequenos grupos e de todos os ministérios da igreja: ajudar as pessoas a verem a grandeza do que Cristo comprou para todos aqueles que o valorizam acima do mundo. Ajude as pessoas a verem e provarem isso, e os seus consequentes sacrifícios, para que o valor supremo de Deus resplandeça em sua satisfação.

Devocional Do Dia - Charles Spurgeon

Versículo do Dia: “O SENHOR ama.” (Oséias 3.1)

Crente, pense em todas as suas experiências do passado e medite na maneira como o Senhor, seu Deus, o guiou através do deserto, como Ele o alimentou e o vestiu a cada dia. O Senhor suportou todas as suas murmurações e anelos pelas panelas de carne do Egito. Ele fendeu a rocha, para suprir-lhe a necessidade, e o alimentou com o maná que caiu do céu. Pense em como a graça de Deus lhe tem sido suficiente em todas as suas aflições; como o sangue de Cristo lhe proporcionou perdão em todos os seus pecados; como a sua vara e o seu cajado o tem confortado. Enquanto você olha para trás e considera o amor do Senhor, permita que a fé examine o amor dele em relação ao futuro. Lembre que a aliança e o sangue de Cristo têm, em si mesmos, algo mais do que apenas o passado. Aquele que amou e perdoou você não cessará de amar e perdoar. Ele é o Alfa e será também o Ómega. Ele é o primeiro e será o último. Portanto, quando você passar pelo vale da sombra da morte (ver Salmos 23.4), não precisará temer nenhum mal, visto que Ele estará com você. Quando estiver diante das águas frias do Jordão, não precisará sentir qualquer temor, porque a morte não pode separá-lo do amor dele. Quando você entrar nos mistérios da eternidade, não terá de temer, “porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor”

(Romanos 8.38-39).

Agora, alma minha, não está o seu amor renovado? Esta Escritura não lhe faz amar Jesus? O vôo através das ilimitadas campinas do amor celeste não inflama seu coração e não lhe compele a deleitar-se no Senhor seu Deus? Com certeza, à medida que meditamos no amor de Deus, nosso coração arde em nosso íntimo, e desejamos amá-Lo mais e mais.

FORÇA PARA O DIA - DEVOCIONAL JOHN MACARTHUR

ORANDO COM COMPROMISSO

Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu (Mateus 6:10).

Suas orações fazem a diferença!

Mateus 6:10 literalmente diz: “Tudo o que você deseja que aconteça, deixe acontecer imediatamente. Como a sua vontade é feita no céu, então que seja feito na terra”. Essa é uma oração de compromisso ativo com a vontade de Deus.

Muitas pessoas não oram assim porque não entendem o caráter de Deus. Pensam que suas orações não importam e que Deus irá impor a Sua vontade sobre elas, não importa o que façam. Elas tendem a orar com resignação, indiferença ou ressentimento passivo.

Lembro-me de orar uma oração como essa. Depois do meu primeiro ano na faculdade, eu sofri um grave acidente de carro. O motorista perdeu o controle do carro a cerca de 120 quilômetros por hora e rodou várias vezes antes de parar. Fui jogado para fora do veículo e acabei deslizando de costas pela estrada por cerca de 100 jardas. Perdi muita pele, tive algumas queimaduras de terceiro grau e outras lesões, mas felizmente não quebrei nenhum osso.

Eu estava consciente durante toda a provação e lembro vividamente de pensar: “Tudo bem, Deus. Se você vai fazer dessa maneira, eu desisto! Eu não posso lidar com isso”! Eu sabia que Deus estava me chamando para o ministério, mas estava levando minha vida em outra direção.

Receio que Deus usou essa experiência para chamar minha atenção, e minha oração de resignação passiva logo se transformou em um compromisso ativo quando Ele refinou meu coração e me atraiu para Si.

Talvez Deus tenha lidado severamente com você também. Se assim for, é somente porque Ele te ama e quer produzir o fruto da justiça em você (Hebreus 12:11). Não despreze a sua correção e não seja fatalista ou ressentido em suas orações. Orações piedosas fazem a diferença (Tiago 5:16). Portanto, comprometa-se a orar com expectativa, sabendo que Deus é gracioso, sábio e sempre responde pela Sua glória e pelo seu bem maior (Romanos 8:28).

Sugestão para oração

Se você tende a orar com indiferença, resignação passiva ou ressentimento, peça perdão a Deus. Estude seu caráter e cultive uma profunda comunhão com Ele através da oração disciplinada e confiante.

Estudo adicional

Leia Lucas 18:1-8.

Por que Jesus contou essa parábola?

Quais princípios você enxerga que se aplicam à sua vida?

Revestidos de Cristo - Parte II - Paul Washer


UM CASAMENTO FELIZ IMPEDE A TRAIÇÃO?

Por Russell Moore

Sempre que alguém vê um casamento ser destruído por causa do adultério, uma das primeiras coisas que se ouve é: “Eu pensei que eles estavam tão felizes!” Muitas vezes, nós tendemos a falar que os casais dilacerados por um caso devem estar secretamente em turbulência por anos. Mais importante ainda, nós presumimos que aqueles que são casados e felizes estão protegidos de tal crise. Em um novo e provocador artigo, uma terapeuta de casamento argumenta contra esses pressupostos. Ela afirma que um relacionamento feliz não garante a quebra de votos. Receio que ela pode estar certa em algumas coisas.

Na edição de outubro de The Atlantic, Ester Perel olha novamente para o alcance que teve seus encontros de aconselhamento com casais em crise por infidelidade e observa que raramente há pessoas adúlteras que se enganam pelo desejo de fugir de um relacionamento lesivo. Muitas vezes, ela escreve, é exatamente o contrário. Ela encontra pessoas que desejam manter o casamento, do jeito que é, e na verdade não querem deixá-lo para o outro relacionamento.

De certa forma, o argumento de Perel é errado. Mais importante ainda, ela vê o adultério em termos quase que exclusivamente terapêuticos, e não morais. Por um lado, seu ponto maior tende a se alinhar exatamente com o que vi em muitos casos de intervenção pastoral em casamentos abalados pelo adultério. Os assuntos geralmente não são sobre infelicidade ou falta de sexo; há outras questões.

Perel observa que muitos dos “outros parceiros” escolhidos por cônjuges adúlteros não são, de modo algum, o tipo de pessoa que o marido traidor jamais desejaria em uma companheira de vida, observando o exemplo de uma mulher honrada que reconhece o clichê de seu caso com um motociclista tatuado. O que está em jogo não é a busca por um melhor amante ou uma melhor esposa, mas pelo “eu não-explorado”. Um caso não é necessariamente sobre “sexo”, ela afirma, mas sobre a “nostalgia”.

A pessoa infiel está muitas vezes buscando se reconectar com a pessoa que ele ou ela já era – muito antes da responsabilidade diária de ter que trabalhar e sustentar a família. Isso é especialmente verdadeiro na era das mídias sociais, em que, frequentemente, os assuntos começam por “encontrar” alguém do ensino médio, da faculdade ou de um local de trabalho anterior. A questão não é que a pessoa está “buscando por” essa conexão antiga, mas que a pessoa está “buscando ser” aquela pessoa novamente que a conexão antiga já conhecia. A questão é: “Eu ainda sou a pessoa que eu era naquela época?”

Nesse ponto, eu acredito que ela está certa. Um comportamento comum que encontrei em adúlteros é que a pessoa quase sempre busca recuperar o sentimento que teve na adolescência ou juventude. Por um curto período de tempo, a pessoa é arrastada para o drama romântico: “Eu te amo; você me ama”, sem a responsabilidade de quem está buscando o filho na escola, qual o dia de colocar o lixo na calçada, ou sobre o aluguel ou a prestação da casa para pagar. O amante secreto parece fazer a pessoa casada se sentir jovem, “viva” novamente, até que tudo desmorona. A pessoa geralmente não está procurando uma experiência sexual, mas uma realidade alternativa, em que ele ou ela fez escolhas diferentes.

Perel também está certa ao observar que, muitas vezes, nossas ideias e expectativas sobre o que faz um casamento “feliz” contribuem para o adultério. Dizemos para nós mesmos que esperamos que “aquela pessoa” atenda todas às necessidades de autorrealização. Abstemos-nos de ter relações sexuais com outros, ela observa, não por um senso de dever moral, mas porque encontramos a pessoa que nos fará felizes. Contudo, a felicidade em nossa imaginação não é como a verdadeira felicidade. Nós idealizamos um novo “Olimpo” em longo prazo com uma pessoa onde o amor permanecerá incondicional, a intimidade apaixonante, e o sexo extremamente excitante, ela escreve. E o trajeto continua ficando mais longo.

Os melhores casamentos (mais seguros e estáveis) que eu conheço não são tipicamente aqueles que parecem “felizes” no sentido de autorrealização. Em vez disso, eles são casamentos em que, muitas vezes, por meio do sofrimento profundo, o marido e a esposa são modelos de autossacrifício e cuidado um com o outro. Como Cristo e a igreja, a união de uma só carne é forjada, não através de exigências para o outro atender às necessidades, mas através de um sentido de propósito comum. Nesses casamentos saudáveis, um dos cônjuges não olha para o outro para encontrar uma identidade. Em vez disso, os cônjuges encontram uma identidade em Cristo. Minha vida não está em perigo quando em comparação com outros casamentos ou com minha juventude idealizada porque minha vida está escondida em Cristo. Isso dá a liberdade de amar. Em longo prazo, isso dá o tipo de liberdade em que existe a capacidade de se alegrar na esposa (ou no marido) da juventude.

Um casal, mesmo um casal cristão, não deve assumir que são imunes à infidelidade porque se amam, porque são felizes, ou porque o sexo é muito bom. O diabo sabe que a maneira de derrubar alguém não é através de uma esposa deficiente, mas através de um “eu deficiente”. Às vezes, quando buscamos o olhar de outro, não é do nosso parceiro que estamos nos afastando, mas da pessoa que nos tornamos, escreve Perel. Não estamos procurando por outro amor tanto quanto outra versão de nós mesmos.

É por isso que a Escritura nos alerta a ter cuidado com a nossa própria vulnerabilidade. É por isso que a Escritura diz aos maridos e esposas que mantenham a união sexual um com o outro; não é porque o sexo é um apetite que deve ser saciado, mas porque o sexo pode nos conectar ao outro, lembrando quem é que somos chamados a amar e a servir.

Isso requer, porém, que estejamos crucificados com Cristo, vivos nele. Isso exige que alguém considere ter uma responsabilidade para com alguém maior que até mesmo os votos matrimoniais. E demanda que o amor não seja um meio de tornar-se alguém melhor, mas um meio de derramar-se para o outro. Isso significa que é preciso ver que a arena do casamento não é um espelho, mas uma cruz.

REFLEXÕES DA PARÁBOLA DO BOM SAMARITANO

LUCAS 10

25 E eis que se levantou certo doutor da lei e, para experimentá-lo, disse: Mestre, que farei para herdar a vida eterna?

26 Perguntou-lhe Jesus: Que está escrito na lei? Como lês tu?

27 Respondeu-lhe ele: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo.

28 Tornou-lhe Jesus: Respondeste bem; faze isso, e viverás.

29 Ele, porém, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: E quem é o meu próximo?

30 Jesus, prosseguindo, disse: Um homem descia de Jerusalém a Jericó, e caiu nas mãos de salteadores, os quais o despojaram e espancando-o, se retiraram, deixando-o meio morto.

31 Casualmente descia pelo mesmo caminho certo sacerdote; e vendo-o, passou de largo.

32 De igual modo também um levita chegou àquele lugar, viu-o, e passou de largo.

33 Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou perto dele e, vendo-o, encheu-se de compaixão;

34 e aproximando-se, atou-lhe as feridas, deitando nelas azeite e vinho; e pondo-o sobre a sua cavalgadura, levou-o para uma estalagem e cuidou dele.

35 No dia seguinte tiraram dois denários, deu-os ao hospedeiro e disse-lhe: Cuida dele; e tudo o que gastares a mais, eu to pagarei quando voltar.



Nos últimos três versos eu comparei o amor do Samaritano ao amor de Jesus, pois muitas vezes Jesus nos acha caído cheio de feridas causado pelo salteador de nossas almas no caminho da vida então ele nos derrama do seu balsamo cura as feridas e nos leva a uma estalagem, ou seja, a uma igreja e como fez o Samaritano ao hospedeiro Jesus da aos pastores e irmãos condições para cuidar do ferido até que ele volte e ainda hoje nos faz a mesma promessa: Cuida dele; e tudo o que gastares a mais, eu to pagarei quando voltar.
Porem será que estamos cuidando destas almas feridas ou estamos fazendo como o sacerdote; que o vendo, passou de largo.

Ou como o levita chegou àquele lugar, viu-o, e passou de largo.
Quantos Sacerdotes e levitas hoje passam de largo quando se deparam com um irmão caído a beira do caminho quantos de nós negligenciamos este mandamento de Deus dia após dia em nossas vidas? Então me lembro de outra parábola:
O servo vigilante

LUCAS [12]
35 Estejam cingidos os vossos lombos e acesas as vossas candeias;
36 e sede semelhante a homens que esperam o seu senhor, quando houver de voltar das bodas, para que, quando vier e bater, logo possam abrir-lhe.
37 Bem-aventurados aqueles servos, aos quais o senhor, quando vier, achar vigiando! Em verdade vos digo que se cingirá, e os fará reclinar-se à mesa e, chegando-se, os servirá.
38 Quer venha na segunda vigília, quer na terceira, bem-aventurados serão eles, se assim os achar.

39 Sabei, porém, isto: se o dono da casa soubesse a que hora havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria minar a sua casa.
40 Estai vós também apercebidos; porque, numa hora em que não penseis, virá o Filho do homem.
41 Então Pedro perguntou: Senhor, dizes essa parábola a nós, ou também a todos?
42 Responderam o Senhor: Qual é, pois, o mordomo fiel e prudente, que o Senhor porá sobre os seus servos, para lhes dar a tempo a ração?
43 Bem-aventurado aquele servo a quem o seu senhor, quando vier, achar fazendo assim.
44 Em verdade vos digo que o porá sobre todos os seus bens.

45 Mas, se aquele servo disser em teu coração: O meu senhor tarda em vir; e começar a espancar os criados e as criadas, e a comer, a beber e a embriagar-se,
46 virá o senhor desse servo num dia em que não o espera, e numa hora de que não sabe, e cortá-lo-á pelo meio, e lhe dará a sua parte com os infiéis.
47 O servo que soube a vontade do seu senhor, e não se aprontou, nem fez conforme a sua vontade, será castigado com muitos açoites;
48 mas os que não a soube, e fez coisas que mereciam castigo, com poucos açoites será castigado. Daquele a quem muito é dado, muito se lhe requererá; e a quem muito é confiado, mais ainda se lhe pedirá

Quantos são os que estão despercebidos achando que o Senhor tardara a voltar e fazem a obra de qualquer maneira, quantos ao invés de curar as feridas das ovelhas perdidas e conduzi-las ao aprisco tem se apoderado das lãs das ovelhas e quando elas pensão que encontraram um pastor descobrem que não passava de um mercenário que ferindo as deixa abeira das estradas da vida.
Que o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo possa dar a você que Le estas palavras o discernimento para compreender. J.C.Bueno