Semeando o Evangelho

Semeando o Evangelho
Semear a Verdade e o Amor de Deus

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

FORÇA PARA O DIA - DEVOCIONAL JOHN MACARTHUR

SENDO MISERICORDIOSO

Sejam misericordiosos, como também é misericordioso o Pai de vocês (Lucas 6:36).

Uma vez que recebemos a misericórdia de Deus, somos obrigados a mostrar misericórdia para com aqueles com necessidades físicas ou espirituais.

Jesus demonstrou Sua misericórdia muitas vezes, enquanto realizava curas e expulsava demônios. Dois homens cegos gritaram: “Senhor, Filho de Davi, tenha compaixão de nós! Profundamente compadecido, Jesus tocou nos olhos deles. E imediatamente recuperaram a vista e o seguiram” (Mateus 20:30, 34). Ele também ficou profundamente comovido em espírito e chorou quando viu a tristeza que a morte de Lázaro causou (João 11:33-36).

No entanto, sua maior misericórdia foi mostrada para aqueles com necessidades espirituais. Ele não apenas curou um paralítico, mas também perdoou seus pecados (Lucas 5:18-25). Ele também orou por seus executores, dizendo: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lucas 23:34).

Podemos esboçar misericórdia pelos nossos atos físicos. João disse: “Ora, se alguém possui recursos deste mundo e vê seu irmão passar necessidade, mas fecha o coração para essa pessoa, como pode permanecer nele o amor de Deus? Filhinhos, não amemos de palavra, nem da boca para fora, mas de fato e de verdade ” (1 João 3:17-18).

Também devemos mostrar misericórdia espiritualmente. Porque experimentamos a misericórdia de Deus, devemos ter grande preocupação por aqueles que ainda não a receberam. Mostramos misericórdia espiritual ao proclamar o evangelho salvador de Jesus Cristo aos incrédulos e orando para que Deus manifeste Sua misericórdia a eles.

Também demonstramos misericórdia espiritual confrontando amorosamente os cristãos pecadores: “Irmãos, se alguém for surpreendido em alguma falta, vocês, que são espirituais, restaurem essa pessoa com espírito de brandura. E que cada um tenha cuidado para que não seja também tentado ” (Gálatas 6:1). Cristãos pecadores trazem reprovação a Cristo e a Sua igreja, e cairão sob a disciplina de Deus. Em tais casos, é errado não dizer nada e deixar que o mal continue.

Deus nos prometeu em Mateus 5:7 que receberemos misericórdia se formos misericordiosos com os outros. Se recebemos misericórdia ilimitada do nosso amoroso Deus, se fomos elevados do nosso estado pobre, pecador e miserável para nos tornarmos cidadãos do céu, como podemos reter misericórdia dos outros?

Sugestão para oração

Ore para que você seja sensível às oportunidades de mostrar misericórdia hoje.

Estudo adicional

Leia Mateus 23:37-39.

Qual era a condição de Jerusalém no versículo 37?

Como isso intensifica a natureza da compaixão e misericórdia de Cristo para com o Seu povo?

Devocional Alegria Inabalável - John Piper

OURO, INCENSO E MIRRA

Versículo do dia: E, vendo eles a estrela, alegraram-se com grande e intenso júbilo. Entrando na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se, o adoraram; e, abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra. (Mateus 2.10-11)

Deus não é servido por mãos humanas como se precisasse de alguma coisa (Atos 17.25). Os presentes dos magos não são oferecidos como assistência ou para satisfazer necessidades. Desonraria um monarca se visitantes estrangeiros chegassem com pacotes de mantimentos reais.

Esses presentes também não significam suborno. Deuteronômio 10.17 diz que Deus não aceita suborno. Bem, o que esses presentes significam? Como eles são uma adoração?

Continua após anúncio:
Os presentes são intensificadores do desejo pelo próprio Cristo, da mesma forma que o jejum. Quando você dá um presente como esse a Cristo, essa é uma forma de dizer: “A alegria que eu busco (versículo 10) não é a esperança de ficar rico com coisas que venham de ti. Eu não vim a ti por tuas coisas, mas por ti mesmo. E esse desejo eu agora intensifico e manifesto ao oferecer coisas, na esperança de apreciar mais a ti, e não as coisas. Ao dar-te aquilo de que não precisas, e o que eu poderia desfrutar, estou dizendo de modo mais sincero e verdadeiro: ‘Tu és meu tesouro, não essas coisas’”.

Acho que esse é o significado de adorar a Deus com presentes de ouro, incenso e mirra.

Que Deus tome a verdade desse texto e desperte em nós um desejo pelo próprio Cristo. Que possamos dizer de coração: “Senhor Jesus, tu és o Messias, o Rei de Israel. Todas as nações virão e se prostrarão diante de ti. Deus governa o mundo para assegurar-se de que tu sejas adorado. Portanto, seja qual for a oposição que possa enfrentar, eu alegremente atribuo autoridade e dignidade a ti, e trago os meus dons para dizer que não estes, mas só tu podes satisfazer o meu coração”.

Devocional Do Dia - Charles Spurgeon

Versículo do dia: E, assim, estaremos para sempre com o Senhor. (1Tessalonicenses 4.17)

Até as mais agradáveis visitas de Cristo são breves e transitórias. Em um momento, nossos olhos O vêem e nos regozijamos II com alegria indizível e cheia de glória” (1 Pedro 1.8), porém, no momento seguinte, nosso Amado se retrai de nós. Em semelhança de uma corça ou um jovem cervo, Ele salta pelas montanhas. Oh! quão agradável é pensar sobre o tempo em que não mais O contemplaremos à distância e O veremos face a face! Ele não será mais como um viajante que se demora apenas por uma noite. Ele nos envolverá eternamente no seio de sua glória! Não O veremos apenas por um pouco, mas Durante milhões de anos nossos olhos surpresos, Deverão vaguear sobre as belezas de nosso Senhor; E durante incontáveis eras, adoraremos, As maravilhas de seu amor. No céu não haverá quaisquer interrupções causadas pelo pecado ou por inquietações, nenhum choro ofuscará nossos olhos. Nenhum compromisso humano distrairá nossos pensamentos felizes. Não teremos nada a nos impedir de contemplar para sempre o Sol da Justiça, com olhos incansáveis. Oh! se é tão agradável contemplar a Jesus de vez em quando, como será agradável fitar sua face bendita para sempre, quando não teremos nenhuma nuvem se interpondo entre Ele e nós e nunca precisaremos afastar os olhos para contemplar um mundo de fadiga e miséria! Dia bendito, quando amanhecerás? As alegrias do mundo real nos abandonarão logo que quiserem, pois este querer traz compensações gloriosas. Se morrer significa entrar em comunhão ininterrupta com Jesus, então, a morte é realmente lucro, e a gota escura é submergida no oceano da vitória!

O maior mistério do cristianismo - Pr Hernandes Dias Lopes


A SOBERANA VONTADE DE DEUS

Por Don Haddleton

Em qualquer época, desastres e tempos difíceis podem vir sobre o crente: a morte de uma pessoa querida, enfermidade, perdas irreversíveis nos negócios, divisões na família, etc. Poderíamos continuar a lista, acrescentando-lhe nossas experiências pessoais. De maneira contrária ao ensino bastante divulgado nas igrejas, os crentes não estão isentos de problemas e aflições dos quais a carne humana é herdeira. Na verdade, os crentes têm de esperar que compartilharão plenamente de sofrimentos neste mundo, por serem filhos de um Deus vivo. O Senhor Jesus mesmo lhes prometeu perseguições nesta vida. Se não estamos passando ou sendo atribulados por algum teste ou prova de nossa fé, devemos parar e questionar a nós mesmos sobre a realidade de nossa experiência cristã. As Escrituras afirmam claramente que o Senhor disciplina todos aqueles que são seus filhos. Se não estamos sendo disciplinados, o autor inspirado afirmou com ousadia que somos bastardos (Hb 12.8).

Mesmo aqueles que, no meio evangélico, abraçaram o evangelho “da riqueza e da saúde” e suas multiformes variações, reconhecem que suas próprias vidas negam o ensino deste evangelho. Eles têm experimentado provações em suas vidas. Conhecendo o ensino claro das Escrituras a respeito das aflições que sobrevirão às nossas vidas, precisamos, como eleitos de Deus, entender os motivos que estão por trás das provações. Temos de vigiar nossas reações e o modo como nos comportamos quando estamos passando por essas provações.

As aflições sobrevêm às nossas vidas, pelo menos, por meio destes três instrumentos:

Por meio de nossas atitudes imprudentes, julgamentos incorretos, ideias extravagantes, orgulho e falta de discernimento espiritual.
Por meio das atitudes irrefletidas ou deliberadas de outras pessoas. Estas são áreas sobre as quais temos pouquíssima influência.
Por meio do curso natural dos acontecimentos. Estas são áreas sobre as quais não temos nenhum controle ou influência.
Temos de aceitar, pelo menos em alguma medida, a responsabilidade pelas aflições que nos sobrevêm como resultado de nossos próprios erros; mas, se a aflição permanece sobre nós, demonstramos a tendência de reclamar para Deus que as coisas estão indo muito longe e começamos a duvidar de seu amor e de seus motivos em permitir que nossas aflições continuem. As áreas mencionadas nos dois últimos pontos são as que nos trazem as maiores dificuldades. “Como pode um Pai tão amoroso permitir que tais coisas aconteçam aos seus próprios filhos?” Não podemos emitir em público esse sentimento. No entanto, em nossos sentimentos mais íntimos e, às vezes, em nossas orações particulares, expressamos tais sentimentos petulantes.

Nossa incapacidade para entender os motivos e aceitar as diversas aflições que sobrevêm à nossa vida resulta do fato de que olhamos para os instrumentos humanos pelos quais estas aflições aparecem em nossa vida, e não para a verdadeira fonte destas aflições e provações. Nós as vemos como se viessem do homem e até do diabo, e não as vemos como se viessem das mãos de um Deus soberano e amável. Atribuímos tudo à “má sorte”, a um “acidente” ou mesmo a uma “ação do inimigo”. Assaltamos o trono da graça com a súplica constante de que nossa aflição seja removida de nós. Mas perdemos de vista o fato de que as Escrituras revelam o Senhor como a causa fundamental de todas as coisas que sobrevêm às nossas vidas, quer sejam boas, quer sejam más. Embora Deus mesmo não seja o autor do pecado, e não nos tente a pecar, e não nos leve ao pecado, está crucialmente envolvido em tudo que nos acontece. Na verdade, querido leitor, as próprias provações que você está experimentando agora fazem parte do plano de Deus para a sua vida. Esta é a soberana vontade de Deus para você.

A menos que você e eu cheguemos ao ponto de crer e aceitar a soberania de Deus sobre as nossas vidas e sobre tudo o que nos acontece, não seremos capazes de reagir de uma maneira cristã em relação a tudo que nos ocorre nesta peregrinação. Na verdade, não seremos capazes de lutar contra o mundo conforme ele é hoje. Poderemos ser vencidos, desencorajados e alarmados, se não reconhecermos que Deus, por meio de sua vontade soberana e imutável, está no pleno controle de todas as coisas. É absolutamente necessário que nos apeguemos a esta doutrina da soberana vontade de Deus em, por meio de e sobre todas as coisas. Nada em nossa vida é acidente, incidente ou coincidência.

Jó reconheceu isto, quando disse, em meio às suas terríveis aflições: “Temos recebido o bem de Deus e não receberíamos também o mal?” (Jó 2.10) A sua esposa lhe havia sugerido que amaldiçoasse a Deus e morresse; Jó, porém, ainda que não pudesse entender o motivo, discerniu corretamente que todas as suas aflições haviam sido, de alguma maneira, enviadas por Deus. Jó estava expressando o fato de que, embora o homem seja uma criatura racional e responsável por suas decisões e atitudes, Deus ainda é soberano e realiza a sua própria vontade, sem pisotear a nossa. Esta soberania de Deus é a rocha sobre a qual repousa a consolação do crente.

ECUMENISMO, CERTO OU ERRADO?

Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.
1 Timóteo 2:5

Ecumenismo é o processo de busca da unidade. O termo ecumênico provém da origem grega, designando “toda a terra habitada”. Num sentido mais restrito, emprega-se o termo para os esforços em favor da unidade entre igrejas cristãs; num sentido lato, pode designar a busca da unidade entre as religiões. Trazendo mais por ponto de vista de nossa sociedade, o ecumenismo significa a aproximação, a cooperação, a busca fraterna da superação das divisões entre as diferentes igrejas cristãs, de segmentos diferentes como a católica e a protestante. É como se fosse uma situação em que igrejas que pensam de maneira diferente devam trabalhar juntas, respeitando, tolerando ou até mesmo admitindo a maneira de pensar umas das outras. E nesse contexto, muito se é enfatizado que se deve trabalhar em unidade, sempre se falando de amor e comunhão, que são pregados por indivíduos aderentes ao ecumenismo. Mas para nossa realidade cristã, o ecumenismo de fato seria um avanço? Ou seria algo prejudicial? Como lidar com um movimento com essas “virtudes”? Sempre devemos buscar uma orientação de Deus para esse e qualquer outro caso.

O movimento ecumênico, tal como o conhecemos hoje, surgiu a partir da Conferência Missionária Mundial, realizada em 1910 em Edimburgo, na Escócia. A principal expressão atual desse movimento é o Conselho Mundial de Igrejas, criado na Holanda em 1948, idealizada e realizada por John Mott, metodista. Em sua motivação original, o ecumenismo foi uma reação contra as múltiplas e profundas divisões existentes no cristianismo. Um exemplo claro pode ser visto na questão do conceito que católicos dão à Maria, que difere muito do conceito dado pelos crentes protestantes. A vinda desse movimento se mostrou muito linda, logo que foi seguida por outras conferências. Ela mostra um cenário pacífico. Sem discórdias. Sem discriminações. Sem conflitos. Sem os grandes problemas gerados pela religião. Todas as pessoas vivendo numa paz, que parece impossível de ser vivida nos dias de hoje. A idéia que o movimento ecumênico traz consegue, é todo esse bem estar na vida do ser humano, mostrando que sua aderência seria o melhor caminho para chegarmos a vontade de Deus para os homens. Mas será que de fato é assim?

Quando se tenta sustentar um movimento como este, os ecumênicos dão sempre ênfase ao amor de Deus. Tal amor é uma característica importantíssima da natureza divina (1 João 4.8 ), porém, pra justificar o que é profano e não agradável a Deus, não usam a Justiça de Deus como uma defesa do seu movimento, visto que tal característica de Deus seria contra os valores defendidos pelo ecumenismo. Em outras palavras, usam as verdades bíblicas apenas em situações que lhe convém. Fala-se do amor de Deus, mas não de Sua justiça. Fala-se da unidade, mas não da santidade. Tudo que é contrário às idéias ecumênicas, é evitado pelos defensores desse movimento. Apesar de biblicamente o ecumenismo ser um movimento incoerente, ele tem crescido de maneira notável na sociedade em que vivemos. Basta se olhar e ver que artistas evangélicos tem se envolvido em situações um tanto quanto confusas. Vemos que padres elogiam os mesmos artistas pelas suas músicas, e que algumas delas são introduzidas em suas capelas. Com a situação já desse jeito, como reverter algo que vem crescendo dia após dia?

Imagine, uma que uma sociedade, venha a aderir ao ecumenismo. Será que seria favorável ao cristãos uma nação que tenha uma ideologia ecumênica? Como já vimos, é um movimento que destaca muito a paz que o próprio proporciona entre seguidores de religiões diferentes, pois visa acabar com os conflitos existentes entre eles. Em outras palavras, é um movimento que de certa forma “uniria” as diferentes crenças com o fim de não se haver lutas ou discórdias entre as mesmas.

Como isso seria para os cristãos? Em relação às doutrinas, que são detalhadas em vários textos da Bíblia? Como numa sociedade onde o ecumenismo é presente, falar sobre salvação, dizendo que Jesus é o único Caminho para a raça humana poder se salvar, poder se achegar a Deus, se em outras religiões muitos acreditam alcançar isso somente por boas obras, ou por serem possuidores de um bom caráter, ou até mesmo alcançar isso por outros deuses? Com essas e outras questões, é bem visível observar que o ecumenismo é no mínimo inviável. Seria muito conflito só nas idéias que cada religião acredita!

Mas os defensores ecumênicos teriam ainda outras justificações para seu movimento. Uma delas é a grande mortandade e prejuízo que os conflitos gerados por religiosos tem acarretado na vida das pessoas. Podem citar, por exemplo, as Cruzadas em que muitas pessoas morreram. Ou até mesmo a época em que Calvino governava uma cidade na Suíça, em que quem não obedecesse ao estilo de vida imposto ali, sofreria uma dura punição, como aconteceu com o médico Miguel de Servet, que foi queimado vivo. Essas e tantas outras histórias serviriam como base de defesa pro movimento ecumênico, mas será que elas provam que o Ecumenismo é uma ótima solução para a sociedade?
Pense agora nas conseqüências do movimento ecumênico, respondendo as seguintes perguntas:

– Seria possível você falar baseado em suas crenças naquilo que acredita sem discordar de outros?
– Uma discordância de sua parte, seria considerada preconceito religioso?
– Como se uniriam tantas religiões com pensamentos tão diferentes?
– Como seria essa “religião ecumênica”?

Como pode se ver, tentar responder a qualquer uma dessas perguntas é uma missão bem complicada. Fica bem claro que o ecumenismo, não seria aquilo que dizem ser. Pode ser uma estratégia, um plano, ou qualquer outra coisa, mas está longe de ser uma solução e de ser a verdade em que devemos caminhar. Devemos nos basear na Bíblia, pois nela podemos sim construir uma vida religiosa de acordo com a vontade de Deus. Cuidado para não se enganar com quaisquer ideais que se apresentam por aí, pois muitas vezes, eles são muito bem pensados e tramados, e quando estão em execução, destroem seus opositores e corrompe seus adeptos.

FORÇA PARA O DIA - DEVOCIONAL JOHN MACARTHUR

EVITANDO O AMOR INDISCRIMINADO

E também faço esta oração: que o amor de vocês aumente mais e mais em conhecimento e toda a percepção (Filipenses 1:9).

O amor cristão opera dentro dos parâmetros do conhecimento bíblico e do discernimento espiritual.

Como cristão, você é um receptáculo do amor divino. Mais do que qualquer outra coisa, o seu amor por Deus e por outros crentes assinala você como um verdadeiro discípulo de Jesus Cristo (João 13:35).

Além de possuir o amor de Deus, você tem o privilégio e a responsabilidade de expressá-lo aos outros em seu nome. Essa é uma confiança sagrada. Paulo o qualifica em Filipenses 1:9, onde nos diz que o amor deve operar dentro da esfera do conhecimento bíblico e do discernimento espiritual. Esses são os parâmetros que governam o amor de Deus.

Não importa quão amoroso um ato ou palavra possa parecer – se viola o conhecimento e o discernimento, não é o verdadeiro amor cristão. 2 João 5-11 ilustra esse princípio. Aparentemente, alguns crentes que não tinham discernimento estavam hospedando falsos mestres em nome do amor e da hospitalidade cristã. João severamente os advertiu, dizendo: “Se alguém for até vocês e não levar esta doutrina, não o recebam em casa, nem lhe deem as boas-vindas. 11 Porque aquele que lhe dá boas-vindas se faz cúmplice das suas obras más” (vv. 10-11). Isso pode parecer extremo ou desamoroso, mas a pureza do povo de Deus estava em jogo.

Em 2 Tessalonicenses 3:5-6, depois de orar para que o amor dos Tessalonicenses aumentasse, Paulo ordenou que eles se afastassem dos chamados cristãos que estavam desobedecendo o bom ensino. Isso não é contraditório, porque o amor cristão guarda a sã doutrina e a vida santa.

Infelizmente, hoje é comum os cristãos comprometerem a pureza doutrinária em nome do amor e da unidade, ou julgarem como desamorosas algumas práticas que as Escrituras claramente ordenam. Ambos estão errados e sofrerão consequências graves se não forem corrigidos.

Seja atencioso em como você expressa o seu amor. Ame abundantemente de acordo com o conhecimento e discernimento bíblico. Como resultado, excelência e retidão (Filipenses 1:10-11).

Sugestão para oração

Graças a Deus pelo amor que Ele lhe deu através do Seu Espírito (Romanos 5:5).

Peça oportunidades para demonstrar o amor de Cristo aos outros hoje.

Ore para que seu amor seja sempre governado por profundas convicções baseadas na verdade de Deus.

Estudo adicional

O que as seguintes passagens ensinam sobre o amor? Romanos 12:9-10; 5:5; 1 João 4:7-10; Gálatas 5:22; 1 Pedro 1:22; 4:8. Como você pode aplicá-las à sua vida?